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O planeta precisa de pequenas ações ambientais

Praia do Coqueiro : mar calmo e muita tranquilidade

Recentemente visitei algumas praias no Espírito Santo e fiquei encantada com a Natureza; tudo é belíssimo. Deus foi muito generoso com aquele povo, as cores do mar, as trilhas, a abundância e riqueza dos rios e mares sem contar a diversidade de bichos e florestas encontradas.

Mas fiquei espantada com a falta de Educação Ambiental, em muitos locais que fui, as pessoas comem, bebem e jogam toda a sujeira em baixo das mesinhas, e as deixam ali despreocupadamente, como se todo aquele mar, fosse capaz de absorver a sujeira criada pelo bicho homem.

Num primeiro momento fiquei extasiada, tirando fotos e observando.

Depois fui perguntar a dona de um dos quiosques se aquilo era normal. Fiquei mais extasiada ainda com a resposta: Minha filha, a gente deixa tudo ai mesmo, porque amanhã a prefeitura passa limpando.

Quase morri! Como amanhã?

Falando em linhas gerais, é isso, muita conversa em grandes ações e pouca Educação Ambiental.

Algumas fotos antes…

Praia de Setiba sem a invasão do homem

Praia de Setiba sem a invasão do homem, se

Praia do Coqueiro : mar calmo e muita tranquilidade
Praia do Coqueiro : mar calmo e muita tranquilidade, claro sem o homem!

Vista linda de Porto Velho , uma das praias mais lindas do Espírito Santo

Vista linda de Porto Velho , sem a invasão do homem!

Vazamento de petróleo no Mar Amarelo pode causar danos a longo prazo

Os dois vazamentos de petróleo da estatal chinesa CNOOC na baía de Bohai, no Mar Amarelo, podem ser muito prejudiciais para a região a longo prazo, segundo especialistas citados pela agência oficial Xinhua.

“Devido ao frágil meio ambiente de Bohai –um mar fechado com limitada capacidade de “autolimpeza”–, o impacto do vazamento pode ser muito complicado”, destacou Cui Wenlin, responsável de controle ambiental na Administração Oceânica Estatal da China (SOA).

Outro encarregado da SOA (que gerencia as águas territoriais do país), Wang Bin, lembrou que “a influência de um vazamento de petróleo em um ecossistema oceânico é longa e lenta”.

Nesta terça-feira, o órgão reconheceu que os vazamentos causaram uma maré negra de “pelo menos 840 quilômetros quadrados”, uma área consideravelmente maior que os 200 metros quadrados inicialmente declarados pela petrolífera estatal CNOOC, co-proprietária da área onde aconteceram os acidentes nos dias 4 e 17 de junho.

Nos últimos dias, a CNOOC recebeu fortes críticas por supostamente ter ocultado o acidente – seu primeiro comunicado oficial foi apenas em 1º de julho. Nesta terça-feira, a petrolífera estatal culpou a sua sócia ConocoPhillips pelo acidente, já que a empresa americana é a encarregada das prospecções nas jazidas exploradas em Bohai.

A CNOOC e a ConocoPhillips são sócias conjuntas na jazida Penglai 19-3, onde houve um dos vazamentos.

A SOA informou que 70 metros cúbicos de água misturada com petróleo cru foram limpos na zona afetada, mas “uma pequena quantidade” de óleo continua na superfície.

O órgão também destacou que embora a lei chinesa estabeleça que as multas por contaminação marinha em projetos petrolíferos estejam fixadas em 200 mil iuanes (US$ 30.770), as autoridades estudam a possibilidade de aplicar uma quantia “muito maior” à ConocoPhillips.

A CNOOC publicou nesta quarta-feira um comunicado insistindo que os vazamentos estão “controlados” e que a empresa americana é a responsável pelo “trabalho diário” nas plataformas onde ocorreram os acidentes.

A petrolífera chinesa acrescentou que, apesar de não ter responsabilidade direta nos incidentes, tomou medidas para reduzir sua gravidade, embora os trabalhos de limpeza correm a cargo da ConocoPhillips.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/939562-vazamento-de-petroleo-no-mar-amarelo-pode-causar-danos-a-longo-prazo.shtml

Os 12 grandes problemas ambientais da humanidade

Hoje de manhã recebemos de  uma aluna, um pedido de ajuda para o TCC falando de problemas ambientais e resolvemos colocar em discussão em nosso blog.

Pesquisando quais são os grandes problemas ambientais , nos deparamos com esse texto que coloca maravilhosamente bem as questões:

Uma análise da UNEP (United Nations Environment Programme – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) sobre osgrandes problemas mundiais da atualidade em relação ao ambiente, levantou 12 grandes problemas que preocupam pesquisadores, administradores e gerentes da área ambiental, são eles:

1. Crescimento demográfico rápido: Mesmo considerando que a taxa de fecundidade das mulheres está diminuindo nos países desenvolvidos, o crescimento demográfico aliado ao desenvolvimento tecnológico acelera a pressão sobre os sistemas e recursos naturais, e em geral traz como consequência mais impactos ambientais, devido ao aumento na produção industrial e nos padrões de consumo.

2. Urbanização acelerada: além do rápido crescimento demográfico, a aglomeração de população em áreas urbanas está gerando grandes centros com 15 milhões de habitantes ou mais. Esses centros de alta densidade populacional demandam maiores recursos, energia e infra-estrutura, além de criarem problemas complexos de caráter ambiental, econômicos e principalmente social.

3. Desmatamento: a taxa anual de desmatamento das florestas, especialmente das tropicais, ocasiona diversos problemas como erosão, diminuição da produtividade dos solos, perda de biodiversidade, assoreamento de corpos hídricos e etc.

4. Poluição marinha: a poluição marinha está se agravando cada vez mais devido a: descargas de esgotos domésticos e industriais através de emissários submarinos, desastres ecológicos de grandes proporções, como naufrágio de petroleiros, acúmulo de metais pesados no sedimento marinho nas regiões costeiras e estuários, perda de biodiversidade (exemplo: espécies frágeis de corais), poluição térmica de efluentes de usinas nucleares e etc.

5.    Poluição do ar e do solo: ocasionada principalmente pelas indústrias, agroindústria e automóveis, através de: emissões atmosféricas das indústrias, disposição inadequada de resíduos sólidos (exemplo: lixões) e de resíduos industriais que causam poluição do solo, acúmulo de aerossóis na atmosfera provenientes da poluição veicular e industrial, contaminação do solo por pesticidas e herbicidas, e etc.

6. Poluição e eutrofização de águas interiores – rios, lagos e represas: a poluição orgânica provenientes dos centros urbanos e atividades agropecuárias gera uma variedade de efeitos sobre os recursos hídricos continentais, os quais são fundamentais para o abastecimento público das populações. Essa pressão resulta na deterioração da qualidade da água, causada pelo fenômeno da eutrofização, acúmulo de metais pesados no sedimento, alterações no estoque pesqueiro e geralmente inviabiliza alguns dos usos múltiplos dos recursos hídricos.

7. Perda da diversidade genética: o desmatamento e outros problemas ambientais acarreta em perda de biodiversidade, ou seja em extinção de espécies e perda da variabilidade da flora e da fauna. A biodiversidade e seus recursos genéticos são fundamentais para futuros desenvolvimentos tecnológicos.

8. Efeitos de grandes obras civis: a construção de obras civis de grande porte, como represas de usinas hidrelétricas, portos e canais, gera impactos consideráveis e díficeis de mensurar sobre sistemas aquáticos e terrestres.

9. Alteração global do clima: o aumento da concentração dos gases estufa na troposfera terrestre (primeira camada da atmosfera) e de partículas de poluentes está causando um fenômeno conhecido como aquecimento global, que é o aumento da temperatura do planeta, devido a maior retenção da radiação infravermelha térmica na atmosfera. Cada grau celsius de aumento da temperatura terrestre irá trazer consequências diferentes, e estas são acumulativas, segundo o 2º relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) apenas 1º C a mais já é suficiente para derreter as geleiras de topos de montanha do mundo todo, comprometendo abastecimento locais de água, e se o aumento chegar a 4º C estima-se que até 3,2 bilhões de pessoas poderão sofrer com a falta d’água e que a subida do nível do mar irá ameaçar a existência de cidades costeiras em todo o mundo.  As previsões de aquecimento para o fim deste século estimam entre 1,8º C e 4º C a mais na média da temperatura mundial.

10. Aumento progressivo das necessidades energéticas e suas conseqüências ambientais: o aumento da demanda energética devido ao crescimento populacional, urbanização e crescente desenvolvimento tecnológico gera a necessidade da construção de novas usinas hidrelétricas e termelétricas, grandes e pequenas usinas nucleares, e etc. E quanto maior a utilização de combustíveis fosséis (termelétricas, carvão mineral) mais gases de efeito estufa são lançados na atmosfera. Outros tipos de matrizes energéticas como hidrelétricas e usinas nucleares possuem impactos ambientais associados a sua construção e operação (exemplo: falta de tratamento para os resíduos nucleares).

11. Produção de alimentos e agricultura: A agricultura de alta produção é uma grande consumidora de energia, de pesticidas e de fertilizantes. A expansão das fronteiras agrícolas aumenta as taxas de desmatamento e perda de biodiversidade.

12. Falta de saneamento básico: principalmente nos países subdesenvolvidos, a falta de saneamento básico é um problema crucial devido às inter-relações entre doenças de veiculação hídrica, distribuição de vetores e expectativa de vida adulta e taxa de mortalidade infantil. E também pela poluição orgânica gerada pelo aporte de esgostos domésticos e drenagem pluvial em corpos d’água devido a falta de infra-estrutura adequada e a lançamentos irregulares.

Dentre os problemas ambientais que afetam o Brasil, podemos listar os mais críticos:

1. Desmatamento, que acarreta em perda de Biodiverdidade;
2. Erosão devido a desmatamento e manejo inadequado do solo na agricultura e pecuária;
3.  Poluição das águas e solos devido a falta de saneamento básico nas áreas urbanas e rurais;
4. Falta de políticas de gerenciamento de resíduos sólidos nas áreas urbanas, gerando “lixões”;
5. Poluição industrial.

No entanto, a partir da década de 70, a humanidade começou a tomar consciência dos seus impactos sobre a natureza, devido principalmente as consequências econômicas que as reações da natureza a esses impactos geravam, como mais gastos com saúde pública. Isso levou ao surgimento de uma nova abordagem de desenvolvimento econômico conciliatório com a conservação ambiental, surgiu assim o conceito de desenvolvimento sustentável.

Texto extraído de: http://www.licenciamentoambiental.eng.br

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08 de junho: Dia mundial dos oceanos

Ilha de garrafas pet

Ontem comemoramos o dia mundial do oceano.  Será que temos o comemorar ?

 Através de reflexões e análises, teremos dados suficientes para evitar uma catástrofe  ecológica muito grande.  Alguns itens como desenvolvimento sustentável, esgotamento de recursos naturais, migração dos mares, e degradação do ambiente marinho preocupam especialistas do mundo todo. E é claro afetam nós,  que contribuímos muito para esse caos.

Em todas as atividades  é necessário incorporar os 3 pilares do desenvolvimento sustentável que são : ambiental, social e econômico, e com os oceanos não é diferente. Existe uma discussão muito abrangente sobre o direito do mar, o que nada mais é do que dividir responsabilidades sustentáveis, ações, organizações e principalmente trocar experiências sobre esse novo desafio que é cuidar dos oceanos.

Infelizmente hoje 80% do lixo encontrado nos oceanos são compostos de plásticos: garrafas, copos, talheres, e embalagens que são descartadas  no meio ambiente e que acabam parando nos oceanos.

Se todos nós fizéssemos a lição de casa, com certeza esse volume de lixo seria muito menor. Existe uma galera de São Vicente que dá  o exemplo:  O Instituto Eco Faxina , que pode ser visto no  http://ecofaxina.blogspot.com 

Eles coordenam vários projeto sociais e ensinam a respeitar o meio ambiente!!!

Vamos seguir o exemplo e ajudar a conservar aquele pequeno riozinho, que vira mar, que vira oceano!!

A hora do planeta ….

Nós achamos uma iniciativa muito grande a hora do planeta.  Essa simbologia faz as pessoas refletirem sobre a real necessidade de consumo.  Mas só isso não adianta. Nós precisamos educar as crianças para que desde pequenas elas pratiquem o consumo consciente. Menos luz, menos água, menos comida, menos roupas.  E com certeza teremos adultos mais exigentes e mais preocupados com o dia a dia do meio ambiente.  A ordem é reduzir, reutilizar e reciclar.

As crianças precisam aprender a escolher empresas sérias com foco ambiental e não com modismo verde.  Precisam aprender a respeitar  e se colocarem como parte integrante do processo de reorganização do planeta.  De qualquer forma, vamos a hora do planeta que pode virar dia, mês  e ano em breve.

Um pouco da história:

A Hora do Planeta é uma iniciativa da rede WWF que incentiva cidadãos, empresas e governos a apagarem as luzes por uma hora mostrando assim o seu apoio à luta contra as alterações climáticas.

Porquê apagar as luzes?

Antes de mais há que ter consciência que este apagar de luzes por uma hora é meramente um gesto simbólico, mas que pode ser representativo de um elevar da consciência de todos para um problema que é, igualmente, de todos: as alterações climáticas.

A verdade é que este simples gesto, tem despertado em todo o mundo compromissos capazes de ir marcando a diferença numa base diária contínua e tem levado a uma verdadeira mudança de hábitos de vida de cidadãos, empresas e governos que começam a despertar para compromissos válidos e práticos a favor desta luta.

Assim, apagar as luzes:

  • É mostrar que estamos preocupados com o aquecimento do planeta e queremos dar nossa contribuição, influenciando e pedindo ações de redução das emissões e de adaptação às mudanças climáticas, combatendo a desflorestação e conservando os nossos ecossistemas;
  • É um incentivo ao diálogo dos manifestantes entre si e entre esses e os governos e empresas;
  • É um ato que simboliza a eficiência e o uso de todos os recursos com inteligência, responsabilidade e de forma sustentável.

Em 2010, e após três anos de edição, a Hora do Planeta obteve a maior participação voluntária de sempre. Atingiu um recorde de 128 países e territórios, dos quais 24 cidades e duas vilas portuguesas, que se juntaram nesta exibição global a favor do planeta.

Edifícios e monumentos icónicos de todo o mundo (da Ásia ao Pacífico passando pela Europa e África e ainda Américas) ficaram às escuras para iluminar esta ideia. Pessoas de todo o mundo e de todas as esferas da vida social desligaram em uníssono as luzes e uniram-se nesta celebração e contemplação da única coisa que temos em comum: o Planeta Terra.

Portugal junta-se pelo terceiro ano consecutivo a este movimento, que este ano desafia todos a um compromisso que “Vá Além Desta Hora Na Luta Contra as Alterações Climáticas”, apelando a que, quando as luzes forem novamente acesas, reflita sobre o que pode fazer para ajudar a marcar a diferença.

 HORA DO PLANETA 2011
Sábado, 26 de Março

Apague as luzes e ilumine esta ideia por um Planeta Vivo.
Vá além desta hora na luta contra as alterações climáticas!

www.camisetafeitadepet.com.br apóia essa idéia!!