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Arquivos do Mês: maio 2012

Antigamente não havia a onda verde?

O meio ambiente dá sinais há tempos de saturação

Acompanhe esse texto:

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo.

Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente.

Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias.

Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não se precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.

Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

Eu já tinha lido esse texto antes, mas sinceramente perto de completar 40 anos, eu vejo que essa senhora tem tanta razão. Não me considero uma idosa, porém no meu tempo (hahahahah) já estou escrevendo também dessa forma tudo era mais divertido e cuidávamos do meio ambiente, mesmo sem saber.

Eu brinquei muito de amarelinha, joguei vôlei, futebol, brinquei de bandeirinha e ia sim para a escola a pé me divertindo com tudo o que o caminho me proporcionava. Fiz magistério e confesso que de tudo o que eu vivi hoje nada se compara ao aprendizado que tive. Falo do aprendizado da convivência, da esportividade, da troca de conhecimento, das amizades, das pessoas, dos caminhos, das oportunidades que tive para criar.  Essa criação com pouco recurso, quantos seminários, quantos teatros, quantos trabalhos, exposições e festas que fizemos.  Tudo isso valeu para ser hoje a profissional que sou! Hoje criar com tanta tecnologia é fácil!

Precisamos realmente praticar o consumo consciente para escrevermos uma nova história sobre o meio ambiente.

Silvia

Diretora de MKT da empresa Camiseta Feita de Pet

Universidade São Judas recebe o projeto ” Eu faço a diferença no mundo”

Projeto Eu faço a diferença no mundo

Projeto Eu faço a diferença no mundo

Universidade São Judas recebe projeto

“Eu Faço a Diferença no Mundo”

Comunidade acadêmica pode adquirir camiseta feita de pet

Nesta segunda-feira, 23, a unidade Mooca da Universidade São Judas Tadeu acolheu em seu saguão o Projeto “Eu Faço a Diferença no Mundo”.

Até o dia 11 de maio, das 8h às 22h, os estudantes e toda a comunidade universitária terão a oportunidade de conhecer melhor a iniciativa e ainda trocar duas garrafas pets mais R$ 25,00 por uma camiseta feita do material sustentável (promoção não cumulativa).

O PROJETO – Apresentado oficialmente em 2011, o Projeto “Eu Faço a Diferença do Mundo” tem como objetivo retirar da natureza 10 milhões de garrafas pets em cinco anos. A ideia inicial é trabalhar a conscientização das pessoas para os problemas ambientais causados pela não reciclagem das garrafas descartadas em nosso meio.

Produzidas a partir do pet reciclado, as camisetas tem na composição 50% poliéster reciclado e 50% algodão, o que proporciona conforto e praticidade no uso. Com diversas estampas, as peças são a oportunidade para quem quer vestir a ideia da sustentabilidade mantendo o estilo.

Serviço

Projeto “Eu Faço a diferença no Mundo”

Data: De 23 de abril a 11 de maio, das 8h às 22h Local: Saguão do Térreo - Unidade Mooca

Endereço: Rua Taquari, 546 Mooca

Informações: www.eufacoadiferencanomundo.com.br

 Informações para imprensa Infopress Assessoria e Comunicação Luciana Selim (MTB: 43047) | Rogério Santana NEXTEL: 89*28988 Tel.: 3141 0360 // 8612 9711 jornalismo@infopress.jor.br www.infopress.jor.br