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Arquivos do Mês: julho 2011

Sustentabilidade nos negócios e nas redes sociais

Segue uma matéria em que falamos de sustentabilidade na comunidade Itau Empresas:

A globalização e os avanços tecnológicos fazem com que as empresas (sejam pequenas /médias ou grandes) disputem hoje o mesmo mercado. As diferenças entre elas são tamanho, faturamento e ideias, que se alastram muito rápido com as redes sociais.

Muitas dessas empresas se assustam com o termo sustentabilidade. Existe um clamor mundial sobre a necessidade de se ter atitudes éticas e sustentáveis no âmbito pessoal e profissional. Nós como gestores precisamos ficar antenados com isso. Precisamos conhecer o que é sustentabilidade na prática.

O que é praticar a sustentabilidade nas empresas? E na vida pessoal?

Muito mais do que o blá blá blá de não jogar lixo no chão, nós que estamos no comando das empresas e na posição de colaboradores precisamos ter ações mais planejadas, relações comerciais e pessoais éticas e partir para a ação. Existe uma frase que caracteriza isso muito bem: Planejamento sem ação não significa nada. Planejar o sustentável é cuidar para ter uma empresa saudável que se preocupa com pessoas, humanizada, e que busca lucratividade de forma ética.

E quais são essas ações? A fundamental é a educação ambiental, ela mostra todas as vertentes sobre o termo sustentabilidade, agregada a ações práticas.

Vamos imaginar uma empresa que tenha 200 colaboradores, pensando que cada um deles tem uma família que tenha 3 pessoas, temos 600 pessoas envolvidas diretamente e mais umas 15.000 indiretas. Qual a função do gestor? Educar e informar e de que forma?

Informação. Não adianta colocar lixeiras de reciclagem, oferecer palestras estressantes e plantar árvores. Engajar, motivar, conhecer, estudar e romper barreiras do novo é papel fundamental nessa situação, porque antes de tudo é preciso acreditar, praticar e viver sustentabilidade.

Hoje tudo se recicla e tudo se transforma novamente. A famosa frase: Na Natureza nada se cria nada se perde, tudo se transforma de Lavoisier, nos mostra realmente isso.

Não basta simplesmente dar uma camiseta feita de pet na SIPAT ou eventos e não fazer o colaborador se sentir parte integrante desse processo. Ele precisa vivenciar o processo, entender mesmo que para isso seja necessário usar a didática: sabe aquela garrafinha que você tomou uma água? Quatro delas podem virar uma camiseta.

Sabe os pneus do seu carro? Quando eles estiverem carecas eles se transformam em móveis. Aqui na empresa mandamos os pneus para reciclagem.

Sabe a latinha que você toma cerveja de final de semana? Ela se transforma em lindos acessórios de decoração.

Sabe aquela conchinha do mar, ela se transforma em lindas flores.

Isso é viver a sustentabilidade nas empresas, ações planejadas e práticas. O colaborador quando se sente parte do processo, ajuda a divulgar as ações da empresa e usa as redes sociais para isso.

E nós sabemos quanto as redes sociais são importantes para fortalecimento da marca, relacionamentos duradouros e conseqüentemente nos negócios.

Mesmo a farmácia do seu Zé, lá no fundão do mundo, que tem um netinho na escola e o pai dele trabalha na sua empresa pode contribuir para um mundo melhor, se tiver a informação. Afinal ele também faz parte das redes sociais, que nada mais são do que pessoas convivendo com pessoas. E sempre é assim: o que é bom se divulga, o que é ruim se divulga dez vezes mais.

Suas ações informativas de sustentabilidade farão sua marca/empresa ser lembrada espontaneamente. Tem coisa melhor? Sim, não jogar lixo no chão!

Silvia do Prado Diretora de MKT Camiseta Feita de Pet "Vista essa idéia" www.camisetafeitadepet.com.br

Nós estamos na feira Natural Tech no Ibirapuera em São Paulo

Acontece de 21 a 24 de julho no Parque no Ibirapuera em São Paulo, a Feira Natural Tech, que é a 7 º Feira Internacional de Alimentação Saudável , Produtos Naturais e Saúde.

Nós estamos lá!! Visitem o nosso estande:

 

Vazamento de petróleo no Mar Amarelo pode causar danos a longo prazo

Os dois vazamentos de petróleo da estatal chinesa CNOOC na baía de Bohai, no Mar Amarelo, podem ser muito prejudiciais para a região a longo prazo, segundo especialistas citados pela agência oficial Xinhua. "Devido ao frágil meio ambiente de Bohai --um mar fechado com limitada capacidade de "autolimpeza"--, o impacto do vazamento pode ser muito complicado", destacou Cui Wenlin, responsável de controle ambiental na Administração Oceânica Estatal da China (SOA). Outro encarregado da SOA (que gerencia as águas territoriais do país), Wang Bin, lembrou que "a influência de um vazamento de petróleo em um ecossistema oceânico é longa e lenta". Nesta terça-feira, o órgão reconheceu que os vazamentos causaram uma maré negra de "pelo menos 840 quilômetros quadrados", uma área consideravelmente maior que os 200 metros quadrados inicialmente declarados pela petrolífera estatal CNOOC, co-proprietária da área onde aconteceram os acidentes nos dias 4 e 17 de junho. Nos últimos dias, a CNOOC recebeu fortes críticas por supostamente ter ocultado o acidente - seu primeiro comunicado oficial foi apenas em 1º de julho. Nesta terça-feira, a petrolífera estatal culpou a sua sócia ConocoPhillips pelo acidente, já que a empresa americana é a encarregada das prospecções nas jazidas exploradas em Bohai. A CNOOC e a ConocoPhillips são sócias conjuntas na jazida Penglai 19-3, onde houve um dos vazamentos. A SOA informou que 70 metros cúbicos de água misturada com petróleo cru foram limpos na zona afetada, mas "uma pequena quantidade" de óleo continua na superfície. O órgão também destacou que embora a lei chinesa estabeleça que as multas por contaminação marinha em projetos petrolíferos estejam fixadas em 200 mil iuanes (US$ 30.770), as autoridades estudam a possibilidade de aplicar uma quantia "muito maior" à ConocoPhillips. A CNOOC publicou nesta quarta-feira um comunicado insistindo que os vazamentos estão "controlados" e que a empresa americana é a responsável pelo "trabalho diário" nas plataformas onde ocorreram os acidentes. A petrolífera chinesa acrescentou que, apesar de não ter responsabilidade direta nos incidentes, tomou medidas para reduzir sua gravidade, embora os trabalhos de limpeza correm a cargo da ConocoPhillips. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/939562-vazamento-de-petroleo-no-mar-amarelo-pode-causar-danos-a-longo-prazo.shtml

Lei que proíbe sacolas plásticas é suspensa pelo Tribunal de Justiça

A Lei Municipal 15.374, que proíbe a distribuição gratuita de sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais de São Paulo, foi suspensa provisoriamente pelo Tribunal de Justiça. A liminar foi concedida na última quarta-feira (29) pelo Sindicato de Material Plástico de São Paulo.

Em 19 de maio foi publicada no Diário Oficial de São Paulo a lei que proíbe as sacolas descartáveis, sancionada um dia antes pelo prefeito Gilberto Kassab. Desde então, as sacolinhas viraram motivo de polêmica, pois a decisão da Câmara causou descontentamento, principalmente, nos setores que trabalham com este material.

A ordem judicial atende à ação movida pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast). O desembargador Luiz Pantaleão concedeu a liminar, pois acredita que o os fabricantes das sacolas podem ter prejuízos “irreversíveis”.

A previsão era que a lei entrasse em vigor janeiro de 2012, até lá os estabelecimentos e os consumidores deveriam adequar-se. Uma das medidas previa que as lojas fixassem cartazes de 40cm x 40cm, com a mensagem “Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis”. Os estabelecimentos deveriam também estimular o uso destas sacolas.

Mensagens com classificações de oxidegradáveis, oxibiodegradáveis, degradáveis, fotodegradáveis e biodegradáveis ou qualquer tipo de texto que indique uma suposta vantagem ecológica também estão proibidas segundo a lei.

A ação do Sindicato de Material Plástico é movida contra a Câmara Municipal, a Prefeitura da capital e de outras 20 cidades que aprovaram leis similares, no entanto o órgão especial do TJ-SP ainda julgará a ação.

O desembargador concedeu 30 dias para que a presidência da Câmara Municipal e a Prefeitura de São Paulo apresentem mais informações sobre a lei. Até o momento, a Prefeitura não se pronunciou sobre o assunto. Com informações do Estadão e G1.

Os 12 grandes problemas ambientais da humanidade

Hoje de manhã recebemos de  uma aluna, um pedido de ajuda para o TCC falando de problemas ambientais e resolvemos colocar em discussão em nosso blog.

Pesquisando quais são os grandes problemas ambientais , nos deparamos com esse texto que coloca maravilhosamente bem as questões:

Uma análise da UNEP (United Nations Environment Programme – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) sobre osgrandes problemas mundiais da atualidade em relação ao ambiente, levantou 12 grandes problemas que preocupam pesquisadores, administradores e gerentes da área ambiental, são eles:

1. Crescimento demográfico rápido: Mesmo considerando que a taxa de fecundidade das mulheres está diminuindo nos países desenvolvidos, o crescimento demográfico aliado ao desenvolvimento tecnológico acelera a pressão sobre os sistemas e recursos naturais, e em geral traz como consequência mais impactos ambientais, devido ao aumento na produção industrial e nos padrões de consumo.

2. Urbanização acelerada: além do rápido crescimento demográfico, a aglomeração de população em áreas urbanas está gerando grandes centros com 15 milhões de habitantes ou mais. Esses centros de alta densidade populacional demandam maiores recursos, energia e infra-estrutura, além de criarem problemas complexos de caráter ambiental, econômicos e principalmente social.

3. Desmatamento: a taxa anual de desmatamento das florestas, especialmente das tropicais, ocasiona diversos problemas como erosão, diminuição da produtividade dos solos, perda de biodiversidade, assoreamento de corpos hídricos e etc.

4. Poluição marinha: a poluição marinha está se agravando cada vez mais devido a: descargas de esgotos domésticos e industriais através de emissários submarinos, desastres ecológicos de grandes proporções, como naufrágio de petroleiros, acúmulo de metais pesados no sedimento marinho nas regiões costeiras e estuários, perda de biodiversidade (exemplo: espécies frágeis de corais), poluição térmica de efluentes de usinas nucleares e etc.

5.    Poluição do ar e do solo: ocasionada principalmente pelas indústrias, agroindústria e automóveis, através de: emissões atmosféricas das indústrias, disposição inadequada de resíduos sólidos (exemplo: lixões) e de resíduos industriais que causam poluição do solo, acúmulo de aerossóis na atmosfera provenientes da poluição veicular e industrial, contaminação do solo por pesticidas e herbicidas, e etc.

6. Poluição e eutrofização de águas interiores – rios, lagos e represas: a poluição orgânica provenientes dos centros urbanos e atividades agropecuárias gera uma variedade de efeitos sobre os recursos hídricos continentais, os quais são fundamentais para o abastecimento público das populações. Essa pressão resulta na deterioração da qualidade da água, causada pelo fenômeno da eutrofização, acúmulo de metais pesados no sedimento, alterações no estoque pesqueiro e geralmente inviabiliza alguns dos usos múltiplos dos recursos hídricos.

7. Perda da diversidade genética: o desmatamento e outros problemas ambientais acarreta em perda de biodiversidade, ou seja em extinção de espécies e perda da variabilidade da flora e da fauna. A biodiversidade e seus recursos genéticos são fundamentais para futuros desenvolvimentos tecnológicos.

8. Efeitos de grandes obras civis: a construção de obras civis de grande porte, como represas de usinas hidrelétricas, portos e canais, gera impactos consideráveis e díficeis de mensurar sobre sistemas aquáticos e terrestres.

9. Alteração global do clima: o aumento da concentração dos gases estufa na troposfera terrestre (primeira camada da atmosfera) e de partículas de poluentes está causando um fenômeno conhecido como aquecimento global, que é o aumento da temperatura do planeta, devido a maior retenção da radiação infravermelha térmica na atmosfera. Cada grau celsius de aumento da temperatura terrestre irá trazer consequências diferentes, e estas são acumulativas, segundo o 2º relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) apenas 1º C a mais já é suficiente para derreter as geleiras de topos de montanha do mundo todo, comprometendo abastecimento locais de água, e se o aumento chegar a 4º C estima-se que até 3,2 bilhões de pessoas poderão sofrer com a falta d’água e que a subida do nível do mar irá ameaçar a existência de cidades costeiras em todo o mundo.  As previsões de aquecimento para o fim deste século estimam entre 1,8º C e 4º C a mais na média da temperatura mundial.

10. Aumento progressivo das necessidades energéticas e suas conseqüências ambientais: o aumento da demanda energética devido ao crescimento populacional, urbanização e crescente desenvolvimento tecnológico gera a necessidade da construção de novas usinas hidrelétricas e termelétricas, grandes e pequenas usinas nucleares, e etc. E quanto maior a utilização de combustíveis fosséis (termelétricas, carvão mineral) mais gases de efeito estufa são lançados na atmosfera. Outros tipos de matrizes energéticas como hidrelétricas e usinas nucleares possuem impactos ambientais associados a sua construção e operação (exemplo: falta de tratamento para os resíduos nucleares).

11. Produção de alimentos e agricultura: A agricultura de alta produção é uma grande consumidora de energia, de pesticidas e de fertilizantes. A expansão das fronteiras agrícolas aumenta as taxas de desmatamento e perda de biodiversidade.

12. Falta de saneamento básico: principalmente nos países subdesenvolvidos, a falta de saneamento básico é um problema crucial devido às inter-relações entre doenças de veiculação hídrica, distribuição de vetores e expectativa de vida adulta e taxa de mortalidade infantil. E também pela poluição orgânica gerada pelo aporte de esgostos domésticos e drenagem pluvial em corpos d’água devido a falta de infra-estrutura adequada e a lançamentos irregulares.

Dentre os problemas ambientais que afetam o Brasil, podemos listar os mais críticos:

1. Desmatamento, que acarreta em perda de Biodiverdidade; 2. Erosão devido a desmatamento e manejo inadequado do solo na agricultura e pecuária; 3.  Poluição das águas e solos devido a falta de saneamento básico nas áreas urbanas e rurais; 4. Falta de políticas de gerenciamento de resíduos sólidos nas áreas urbanas, gerando “lixões”; 5. Poluição industrial.

No entanto, a partir da década de 70, a humanidade começou a tomar consciência dos seus impactos sobre a natureza, devido principalmente as consequências econômicas que as reações da natureza a esses impactos geravam, como mais gastos com saúde pública. Isso levou ao surgimento de uma nova abordagem de desenvolvimento econômico conciliatório com a conservação ambiental, surgiu assim o conceito de desenvolvimento sustentável.

Texto extraído de: http://www.licenciamentoambiental.eng.br

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