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Arquivos do Mês: abril 2011

SP diminui meta de corte de gases do efeito estufa

O valor caiu de 28,6 milhões de toneladas de CO2 para 17,7 milhões de toneladas de CO2. O dado revisado, divulgado hoje pelo governo, faz parte do inventário de gases de efeito estufa do Estado.

Por Agência Estado

A quantidade de gás carbônico (CO2) que o Estado de São Paulo terá que cortar de suas emissões, segundo meta estabelecida pela lei estadual de mudanças climáticas, foi reduzida. O valor caiu de 28,6 milhões de toneladas de CO2 para 17,7 milhões de toneladas de CO2. O dado revisado, divulgado hoje pelo governo, faz parte do inventário de gases de efeito estufa do Estado.

A lei número 13.798 prevê que o Estado reduza suas emissões de gases que provocam o aquecimento global em 20% até 2020, com base nos números de emissões de 2005. No entanto, houve uma revisão para baixo do quanto de CO2 foi emitido naquele ano.

De acordo com Josilene Ferrer, secretária executiva do Programa Estadual de Mudanças Climáticas (Proclima), os dados apresentados no inventário parcial, no ano passado, passaram por nova auditoria, quando foram constatadas contagens duplas de algumas fontes de emissão de CO2. Ao se eliminar essas contagens, a base de 2005 diminuiu.

O coordenador do Proclima, João Wagner, acrescentou que a revisão também ocorreu devido a uma nova estimativa dos gases de efeito estufa liberados pelas mudanças no uso do solo. "Constatamos que o setor onde estão incluídos o uso da terra e as florestas têm contribuído para tirar o CO2 da atmosfera, ao invés de emitir, o que é um dado positivo", explicou.

Meta

Apesar da redução da meta para 17,7 milhões de toneladas de CO2, o número ainda é um valor alto. Ele é superior, por exemplo, a todo o CO2 emitido pela indústria no Estado de São Paulo em 2008 (12,2 milhões de toneladas).

Na avaliação do secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas (PSDB-SP), o cumprimento da meta vai depender de investimentos em transporte ferroviário (metrô e trens) e hidrovias, que podem substituir carros e caminhões em circulação. "Os setores de transporte e energia são prioritários", afirmou Covas. Ele também mencionou a necessidade de recursos para energia eólica, energia solar e bagaço de cana.

Segundo Covas, as metas específicas estão sendo discutidas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) com os diferentes segmentos econômicos. Ele acrescentou que irá apresentar as propostas ao Conselho Estadual e que está aguardando a nomeação dos membros do órgão. Na prática, a definição das metas específicas com os setores vai ultrapassar o mês de abril, prazo previsto em janeiro pelo secretário, ao tomar posse.

Covas também minimizou as críticas duras feitas no ano passado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) à lei estadual de mudanças climáticas. A entidade teme que a lei onere o setor produtivo ao exigir adaptações no sistema produtivo. "Não vou discutir a lei. Temos que cumpri-la. Esse é o novo parâmetro. Toda a sociedade está mais madura nessa discussão e terá que fazer a sua lição de casa."

O que os clientes da camiseta feita de pet dizem sobre a empresa

  O que alguns de nossos clientes falam:
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Faça também parte do grupo. Vista essa ideía!!

A Carbono zero courier usa camiseta feita de pet

Tem uma galera fazendo sucesso no mundo empresarial, usando práticas econômicas e sustentáveis, fazendo entregas com bike, a galera da Carbono Zero Courier.  A jovem empresa viu um nicho de mercado muito bom e resolveu encarar as ruas de Sampa.

Ontem eles foram entrevistados na TV Globo no programa Pequenas Empresas Grandes Negócios, segue a entrevista:

Práticas, econômicas e sem causar poluição, as bicicletas seduzem pequenos empresários que buscam bons negócios. São mais de 60 milhões delas espalhadas pelo Brasil.

Uma empresa da capital paulista faz entregas com bicicletas. A equipe é conhecida como os ciclistas mensageiros, que rodam a cidade o dia inteiro.

Os empresários Rafael e Danilo Mambretti investiram R$ 40 mil no negócio. Eles alugaram o espaço, compraram computador, telefone e reservaram capital de giro. Para os empresários, o momento é oportuno para negócios que ofereçam praticidade e respeito à natureza.

“A gente alia essa questão da sustentabilidade que todo macro ambiente vem vivenciando muito. As pessoas têm procurado isso”, diz Rafael Mambretti.

Na empresa, contratar um funcionário é diferente. Ele tem que ser praticamente um atleta para pedalar em média 70 quilômetros por dia. “Eles passam por alguns exames, desde teste ergométrico a acuidade de visual. E outro cuidado que a gente tem acompanhamento diário desde o treinamento é com a saúde da alimentação”, afirma.

Os ciclistas usam a própria bicicleta. Eles trabalham com capacete, óculos protetor e recebem treinamento.

A empresa começou com três ciclistas no final de 2010. Hoje, já são nove mensageiros, com crescimento de 30 % ao mês. Os chamados não param. Para crescer, a empresa conta com trunfos que só a bicicleta tem.

Nas ruas congestionadas de uma cidade como São Paulo, a gente chega à irônica constatação de que muitas vezes a bicicleta é mais rápida do que o carro. A velocidade média do trânsito é de 15 km por hora. A bicicleta vai a 20, além de não poluir, não gastar combustível e não precisar nem de vaga para estacionar.

O serviço do ciclista sai 20% mais barato que o do motoboy. Em média, uma entrega em um percurso de 10 km a 15 km, custa R$ 18.

O Brasil tem hoje uma frota de 65 milhões de bicicletas. É o terceiro maior produtor do mundo. 50% delas são usadas como transporte. Na cidade de São Paulo, de cada dez, sete são usadas para chegar ao trabalho.

E é claro que eles usam para trabalhar a camiseta feita de pet, que além de leve, são fresquinhas, sustentáveis, e vendidas a preço justo.  Eles também apóiam iniciativas como a nossa.

O que você está esperando?

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Reaproveite o lixo orgânico como adubo com a compostagem doméstica

JULIANA NAKAMURA
Colaboração para o UOL

Solução eficaz para reciclagem de lixo orgânico, a compostagem doméstica é uma prática de múltiplos benefícios. Primeiro, pelo impacto positivo ao meio ambiente, ao reduzir em até 75% o volume de resíduos orgânicos depositado nos aterros sanitários. Segundo, porque possibilita a fabricação de fertilizantes nutritivos para uso em hortas, vasos e jardins a custo zero.

Praticamente todo o resto de alimentos pode ser transformado em composto. Cascas de frutas, legumes e ovos, borra de café, saquinhos de chá, podas de jardinagem, guardanapos de papel e palitos de fósforo são alguns exemplos. “Até mesmo sobras de alimentos cozidos e estragados, desde que em quantidades moderadas, podem ir para a composteira”, revela Gabriel Morales, Gerente do Projeto Composteira para Todos do Morada da Floresta, residência ecológica em São Paulo.

A qualidade do produto final vai depender do tipo de resíduo depositado na composteira. Em geral, quanto maior a diversidade dos materiais depositados, melhor será a qualidade do produto gerado. “O resíduo ideal é aquele de origem vegetal e ainda cru. Carnes, gorduras, fezes de animais domésticos e alimentos já cozidos ou fritos devem ser evitados”, recomenda João Paulo Duarte Diniz, membro Rede Permanece  - entidade de difusão e prática da Permacultura (sistema de planejamento para a criação de ambientes humanos sustentáveis) no Ceará.

Como fazer? Diferente do que muitos imaginam, criar uma mini estação de tratamento de lixo dentro de casa é muito simples. O primeiro passo é implantar uma composteira, recipiente no qual serão armazenadas as sobras orgânicas. Ela pode ser produzida a partir de caixotes de madeira ou de tonéis plásticos. A composteira também pode ser adquirida com minhocários.

O recomendável é instalá-la no quintal, em local de fácil acesso e de acordo com a área disponível e a quantidade de resíduos que se quer aproveitar.

César Cassab Damma, permacultor do Minhocasa, entidade de ensino ambiental em Brasília, explica que os minhocários fornecidos em kits são interessantes principalmente para compostagem em áreas menores. “Por ser mais compacto e fechado, a vermicompostagem (compostagem feita com minhocas) é bastante segura e conveniente para uso em casas e apartamentos”, diz César, que disponibiliza minhocários domésticos para atender às necessidades das famílias de duas, três ou quatro pessoas. Nos Estados Unidos e na Europa, já há quem ofereça composteiras eletrônicas, que criam ambientes controlados para a deterioração dos materiais e realizam o processo de compostagem, que normalmente demora meses, em apenas duas semanas.

Com a composteira a postos, basta depositar o material orgânico, previamente separado. A mistura deverá ser coberta com folhas, serragem e esterco seco misturado com terra e, finalmente, ser molhada. Esse é um cuidado importante, pois o processo de decomposição depende de arejamento e umidade. Também por isso, nos meses seguintes, o monte deverá ser revirado e regado.

O composto estará pronto para ser usado quando estiver homogêneo, com aparência e cheiro de terra. O rendimento aproximado para cada quilo de matéria orgânica depositada é de 300 a 500 gramas de composto, em média.

Uma preocupação constante de quem é inicia a prática da compostagem é com a emissão de odores desagradáveis, o que acontece quando o processo não foi bem conduzido. Para evitar esse inconveniente é necessário redobrar atenção para com a seleção dos materiais a serem compostados.

Outra dica é sempre cobrir todo o resíduo fresco com algum material seco. “Pode ser serragem grossa, facilmente encontrada em serralherias, folhas secas, palha seca, podas de jardim trituradas e secas e até papel jornal picado”, diz Morales. Segundo ele, seguindo esse procedimento, a compostagem não emitirá nenhum cheiro desagradável. A escolha do modelo da composteira também é fundamental. “Ela deve permitir que o composto seja facilmente aerado e ser, ao mesmo tempo, bem fechada”, explica João Paulo Diniz.

O cuidado com a seleção dos resíduos e a inserção de resíduos secos na camada superior também é importante para não atrair ratos e insetos. Restos de comida até são bem vindos na composteira, mas carnes, gorduras e ossos, jamais. A presença desse tipo de resíduo pode atrair ratos e pragas do gênero.

 que pode ser compostado? • Cinzas de madeira provenientes de lareiras ou de fogão a lenha; • Penas de galinha, peru e outras aves são muito ricas em nitrogênio, facilitando o processo, pois esse é um dos elementos importantes para a reação química da compostagem; • Lixo orgânico de cozinha: Praticamente todo o lixo pode ir para a composteira, exceto gordura animal, que tem uma difícil degradação, e restos de carnes, que costumam atrair animais, vermes e moscas; • Aparas de grama; • Conchas (ostras moídas, conchas de lagostas); • Feno ou palha: Em pequenas quantidades, pois necessitam de uma grande quantidade de nitrogênio para se decompor; • Podas de arbustos e cerca viva; • Folhas; • Jornais: Em pequenas quantidades, pois são grandes fontes de carbono; • Serragem: Deve ser alternada com esterco, pois apresenta degradação lenta; • Algas marinhas.

O que não pode ser compostado? • Carvão mineral e vegetal: Possui quantidade excessiva de enxofre e ferro que são tóxicos para as plantas. Também apresentam muita resistência à decomposição; • Gordura animal e restos de carnes; • Papel colorido: Possui tintas tóxicas e não biodegradáveis. Devem ir para reciclagem especial de papéis; • Resíduos não biodegradáveis: Resíduos de plásticos, vidros, alumínios e roupas possuem material sintético que não são biodegradáveis e que poderão prejudicar o solo: • Plantas doentes: • Fezes de animais de estimação: • Lodo de esgoto: • Produtos químicos tóxicos

Uma boa medida para ajudarmos o meio ambiente!!

Lixo eletrônico: uma agressão para o meio ambiente

Uma das grandes dificuldades que encontramos é  local certo para descarte de lixo eletrônico, porque mesmo que sejamos consumidores conscientes, sempre  temos algo para descartar.  Procurando na internet essa informação achamos um site bem bacana , onde basta você digitar o seu CEP e terá a informação de onde pode levar o seu lixinho sem prejudicar o meio ambiente.

Infelizmente essa informação serve apenas para a cidade de São Paulo, mas podemos exigir que ela se torne nacional, que tal?

Projeto "e-lixo maps", parceria entre SMA e Instituto Sérgio Motta, ajuda cidadão a encontrar local mais próximo para levar pilhas, celulares e outros

Você tem pilhas, baterias, celulares, carregadores lotando suas gavetas? Sabe que esse "e-lixo" não deve ser jogado no lixo comum, mas também não sabe o que fazer com ele? Se você respondeu sim para todas as questões, fique sabendo que agora ficou mais fácil descartar esse tipo de lixo. É que entrou no ar, nesta terça-feira, 2, o projeto "e-lixo maps", uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sérgio Motta.

No site www.e-lixo.org, inserindo o CEP e o tipo de "e-lixo" que você precisa descartar, é possível encontrar todos os locais mais próximos de sua casa que recebem e reciclam esse tipo de resíduo. O projeto associa a plataforma do Google Maps com um Banco de Dados dos postos de coleta de "e-lixo" em São Paulo. Dessa forma, a informação fica disponível e pode ser visualizada de forma mais funcional e lúdica. Além dessa prestação de serviço, o projeto prevê, também, o cadastramento de mais pontos de coleta.

A ideia de criar o projeto "e-lixo maps" surgiu após a realização, por parte da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, da campanha "Mutirão do Lixo Eletrônico - Recicle. Não descarte essa idéia". A ação, que aconteceu no dia 30 de outubro de 2008, teve como objetivo arrecadar pilhas, baterias, celulares e carregadores em centenas de pontos de coleta espalhados pela Capital e em 372 municípios.

A participação da população neste mutirão superou as expectativas e mais de 50 toneladas foram arrecadadas, mostrando que muitas pessoas não possuíam um lugar adequado para levar esse tipo de lixo. Com o "e-lixo maps" ficará mais fácil para a população encontrar uma destinação correta e ecológica para seu lixo eletrônico.

Confira o site www.e-lixo.org e faça sua parte para ajudar a cuidar do meio ambiente.