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Arquivos do Mês: junho 2010

Fala Galvão que a camiseta do Brasil é feita de pet está na primeira página do google

Pode ser que nossa campanha por um mundo melhor dê apenas pequenos resultados, não temos ainda o potencial de mover montanhas. Mas com certeza fizemos a nossa parte. Daqui a pouco o Brasil entra em campo contra o Chile, e não sabemos se ele vai passar para a próxima fase da Copa.

Perdemos a oportunidade do Galvão abrir a boca para falar que a camiseta do Brasil é feita de pet.  Mas não perdemos a fé. Começaremos outras campanhas.

Ele não fala, mas estamos no topo do Google com a mensagem, confira: www.google.com.br

 

União recolheu nos últimos cinco anos apenas 3,7% do valor das multas aplicadas

Lúcio Vaz

Os órgãos federais de regulação e fiscalização aplicam bilhões de reais em multas, mas pouco arrecadam. As agências reguladoras, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), o Tribunal de Contas da União (TCU), o Banco Central e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aplicaram R$ 25,8 bilhões em multas nos últimos cinco anos, mas arrecadaram apenas R$ 946 milhões, o que corresponde a 3,7% do total. O órgão que aplicou o maior volume de multas, o IBAMA (R$ 14,6 bilhões), alcançou o mais baixo percentual de arrecadação 0,6% do total, ou R$ 84 milhões.

O desempenho dos órgãos de fiscalização foi analisado pelo TCU dentro da prestação de contas do governo federal relativas a 2009. As maiores partes das multas aplicadas pelo IBAMA resultam de desmatamento na Amazônia. A baixa arrecadação é conseqüência da demora no andamento dos processos, que se arrastam por até nove anos. O resultado é um passivo de R$ 10 bilhões — o equivalente a 10 orçamentos anuais da autarquia. Os números apresentados pelo IBAMA ao Correio diferem dos dados do TCU, mas ainda sim são baixos. A arrecadação teria alcançado R$ 54 milhões no ano passado, enquanto a auditoria aponta apenas R$ 4,2 milhões até outubro. Mas as multas aplicadas em 2009 somaram R$ 2,5 bilhões.

A reportagem teve acesso à relação de autos de infração do IBAMA lavrados entre janeiro e abril deste ano — nenhum deles quitado até o momento. As multas mais caras foram aplicadas a carvoarias do Pará: Arca da Aliança Carvão Vegetal, Aguiar Carvoaria, Carvoaria Grota Preta e J.C. Varão de Carvão Vegetal. Cada uma deve R$ 50 milhões à União.

Casa de ferreiro…

O TCU não fez o dever de casa. Está entre os órgãos com piores desempenhos na arrecadação. Aplicou R$ 127 milhões em multas e conseguiu recuperar somente R$ 5,8 milhões, ou 4,6% do total. O Banco Central obteve resultados ainda mais negativos. Do total de R$ 6,5 bilhões de multas aplicadas, arrecadou apenas R$ 84 milhões, ou 1,3% do total. O BC fiscaliza as instituições financeiras e empresas de auditoria e acompanha o mercado de câmbio e os estoques e fluxos de capital com o exterior. As multas que aplicou somaram R$ 4,9 bilhões em 2005, mas houve uma queda acentuada nas autuações a partir de 2006, mantendo-se uma média de R$ 378 milhões até o ano passado.

O melhor desempenho foi da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com 82,6% de recuperação. Aplicou R$ 218 milhões em multas a arrecadou R$ 180 milhões. A Agência Nacional de Energia Elétrica arrecadou um pouco mais: R$ 193 milhões. Mas isso representa apenas 26% do total de multas aplicadas: R$ 743 milhões.

As arrecadações mais modestas pertencem à Agência Nacional de Águas (ANA), com R$ 137 mil e à Agência Nacional do Cinema (Ancine), com R$ 48 mil. Mas, enquanto a ANA obteve boa recuperação, de 75%, a Ancine viu entrar em seus cofres apenas 0,9% dos valores autuados. Execução mais ágil

O presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Ubiratan Aguiar, faz um alerta: “Há pontos a serem atacados para que a administração pública possa ser mais ágil. O TCU procura todos os meios para dar celeridade à recuperação dos débitos. Para tanto, mantém estreito relacionamento com a Advocacia-Geral da União (AGU), órgão responsável pela execução judicial das dívidas”.

Aguiar apresenta sugestões para aprimorar a cobrança das multas impostas pelo tribunal. “No caso do TCU, entendo que a melhor solução é conferir ao tribunal a autoexecutoriedade de suas decisões. Dessa forma, assim que proferida a decisão, o tribunal poderia iniciar o procedimento para a recuperação. Para isso, há proposta de emenda constitucional do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), que tramita a cinco anos no Congresso Nacional.”

O Banco Central afirma que a queda acentuada nas autuações a partir de 2006 se deve às mudanças promovidas na legislação, que alteraram a forma de cálculo das multas sobre operações de importação. Essas multas são aplicadas em caso de não pagamento de importação nos prazos determinados. Com as alterações promovidas, a sanção passou a ser de 0,5% do valor da importação em atraso, o que resultou na redução do valor das autuações.

Reestruturação

A baixa arrecadação das multas aplicadas pelo IBAMA foi revelada pelo Correio em reportagem publicada em 4 de dezembro do ano passado. O instituto informou que o passivo era de R$ 10 bilhões, mas havia uma evolução na recuperação dos recursos. Teria passado de R$ 3,2 milhões em 2002, último ano do governo Fernando Henrique Cardoso, a R$ 50 milhões no ano passado.

A então presidente-substituta do IBAMA, Sandra Klosovski, informou que estava ocorrendo uma reestruturação no órgão para “solucionar esse passivo e dar celeridade daqui para frente aos processos que entram. Nós tínhamos superintendências com 11 mil processos, cinco mil processos. Havia um desvio de procuradores para trabalho em área técnica. Eles deixavam de fazer o trabalho jurídico”.

A procuradora-geral do IBAMA, Andrea Vulcanis, afirmou que o decreto anterior não respondia a uma série de questões de caráter ambiental, especialmente quanto à apuração das infrações. “Nós tínhamos quatro instâncias recursais. Esses processos estavam demorando oito, nove anos para ser julgados. Depois, ainda iam à Justiça. Era um processo lento, ineficaz. Na verdade, as pessoas só pagavam as multas quando precisavam conseguir alguma licença. Era quase que um pagamento voluntário.”

Mas a procuradora não escondeu as dificuldades: “A arrecadação aumentou muito, mas ainda fica muito longe do que é lavrado pela área de fiscalização, ou seja, você apura muita infração e muito pouca gente paga. A gente agora vai ter que esperar pelo menos um ano da entrada em vigor da nova instrução para saber se houve ganho nesse tempo”. (LV)

Angélica ex BBB10, adere a Campanha: Fala Galvão que a camiseta do Brasil é feita de pet.

Depois da nossa postagem no blog com a campanha pelo meio ambiente:“Fala Galvão que a camiseta do Brasil é feita de pet” muita gente entrou na campanha, os amigos dos amigos encheram os MSN com a frase e muitos usaram o twitter para tentar fazer o movimento crescer e alcançar exatamente o propósito: criar a informação.

Será que o Galvão vai falar no jogo de amanhã?

Podemos usar essa mobilização nacional em prol da seleção brasileira para falarmos de meio ambiente. E nada melhor que saber que existem camisetas ecologicamente corretas e que tiram duas garrafas de dois litros do meio ambiente.

Quer ajudar? Faça com a Angélica ex BBB 10, que aderiu a campanha:

FALA GALVAÃO QUE A CAMISETA DO BRASIL É FEITA DE PET...

 

Fala Galvaãoo que a camiseta do Brasil é feita de pet .

Fala Galvaãoo que a camiseta do Brasil é feita de pet.

Estamos em São Paulo, e do trabalho para a casa, temos que enfrentar várias grandes avenidas. Salim Farah Maluf, Radial Leste e Avenida São Miguel.  No primeiro jogo do Brasil Sampa parou, teve o maior congestionamento do ano, e no caminho víamos pessoas correndo nos metrôs, correndo para pegar ônibus, e um desespero para chegar em casa antes de o hino nacional tocar.

Começou o jogo e em seguida vimos tomar conta da internet o movimento “Cala a boca Galvão” pessoas do mundo inteiro, confundindo o movimento com uma campanha de preservação de um pássaro, outras rindo, muitos comentando no twitter.

Resolvemos criar o movimento “Fala Galvaãoo que a camiseta do Brasil é feita de pet” já que em nenhum momento foi mencionado o fato do Brasil e mais 8 seleções estarem usando no mundial camisetas ecologicamente corretas.

Temos os maiores índices de audiência mundial e um dado importante não é falado em rede mundial. Poderíamos mostrar ao mundo que estamos mudando pouco a pouco o nosso foco ambiental.  Estamos exportando tecnologia para o mundo todo e de certa forma acabando com as PETS.

Sabemos da importância da informação, portanto Fala Galvaãoo que a camiseta do Brasil é feita de pet.

Você pode fazer a diferença no mundo e contribuir para que ele seja melhor.

Camiseta Ecológica fazendo história no século XXI

De repente bateu uma curiosidade para saber há quanto tempo as camisetas foram criadas, afinal sabemos que ela é uma peça fundamental em nossas vidas. Independente das variáveis ( baby look, regata masculina e feminina, machão e própria camiseta) quase todos os mortais usam essa criação divina.

Ir para a Faculdade? Uma camiseta de um pensador famoso

Ir para a academia ? Uma camiseta para malhar

Ir para balada? Uma regatinha com jeans

Nós usamos, e nem nos damos conta .  Pesquisando na net através do site http://revistacrescer.globo.com  consegui achar a história das camisetas, vale a pena dar uma olhadinha :

  1. Antigüidade - Os romanos usavam uma túnica dupla, chamada camisia, que é a ancestral das nossas camisetas. Era sempre branca, feita quase sempre de linho. Era usada por baixo da única para proteger da transpiração.
  2. Século 4 - A camisia continuava a ser usada por baixo das peças em Constantinopla. Os tecidos das peças superiores eram muito ricos, bordados com ouro, prata e pedras preciosas, e por isso não dava para lavá-los. A camisia era usada por baixo dessas peças nobres para evitar que sujassem.
  3. 1516 - O italiano Michelangelo termina a estátua O Escravo Moribundo, que retrata um homem vestido apenas com uma peça de roupa, bem diferente das usadas na época: uma camiseta regata. Apesar da ousadia, a moda não pegou.
  4. Século 19 - As roupas das crianças começam a ficar mais infantis, em vez de serem reproduções das dos adultos em miniatura. A camisia era a única vestimenta até os 5 ou 6 anos. Era usada também para batizar as crianças.
  5. Até início do século 20 - A camiseta, ainda restrita à Europa, é usada como roupa de baixo, para proteger os homens da transpiração e do frio. Para não rasgar as camisas, os trabalhadores braçais usam só a camiseta para trabalhar.
  6. 1ª Guerra Mundial - Soldados europeus usam, por baixo dos uniformes, confortáveis camisetas feitas de algodão. Os americanos, morrendo de calor em seus uniformes de lã, adoram a novidade e a levam para os Estados Unidos. O design em formato de T leva a peça a ficar conhecida como T-shirt, em inglês.
  7. 2ª Guerra Mundial - A camiseta é peça-chave no uniforme da Marinha e do Exército Americano. Ainda é considerada roupa de baixo, mas o público acostuma-se a ver nas revistas fotos dos soldados com camiseta, sem camisa por cima, ao fazerem trabalhos pesados ou em lugares quentes.
  8. 1948 - Candidato à presidência dos Estados Unidos, Thomas E. Dewey faz uma das primeiras camisetas de propaganda da história, com os dizeres “Dew it for Dewey”.
  9. 1951 - Marlon Brando aparece de camiseta no filme Um Bonde Chamado Desejo. A peça é o destaque perfeito para os músculos do ator. A partir dessa época, a camiseta sem camisa por cima passa a fazer parte da indumentária das pessoas também na vida civil.
  10. 1955 - Na trilha aberta por Brando, James Dean aparece de camiseta em Juventude Transviada. Camiseta vira sinônimo de rebeldia e contestação. As crianças continuam usando a camiseta por baixo da roupa, pois não era considerado adequado ficarem em mangas de camisa.
  11. Anos 60 - Na esteira do movimentos anti-guerra e a favor da liberdade, a camiseta veste as cores psicodélicas dos hippies e passa a trazer mensagens pacifistas, na linha de “Faça Amor, Não Faça Guerra”. Nessa época, as mulheres também passam a usar a peça, que se torna unissex.
  12. Anos 70 - As camisetas são usadas tanto como meio de expressão dos anseios da juventude quanto como suporte para propaganda, carregando símbolos de marcas de refrigerante.
  13. Anos 80 - Na década dos yuppies, jovens ligados ao consumismo e ao individualismo, a moda passa a ser ostentação de dinheiro e poder, e a camiseta começa a trazer bem grande as marcas das grifes.
  14. Anos 90 - A falta de ideologia dos jovens da década aparece nas roupas largas e largadas dos grunges. A camiseta é usada por qualquer segmento da sociedade, sem comprometimento com causas, ideologias ou faixa etária.
  15. Anos 2000 - Não existem regras. A customização é a palavra de ordem. A camiseta continua democrática e servindo a todos os gostos, desde as campanhas políticas à estampa de filmes e grupos musicais preferidos. As grandes marcas começam a investir mais nas linhas infantis, e cada vez mais peças voltadas a esse público são produzidas.

E em 2010 temos as camisetas ecológicas, que além de terem qualidade superior as camisetas de algodão, tiram duas garrafas de dois litros do meio ambiente. Você que usa está contribuindo para um mundo melhor e escrevendo a nova história. Aproveite as promoções em nosso site www.camisetafeitadepet.com.br