Antigamente não havia a onda verde?

O meio ambiente dá sinais há tempos de saturação

O meio ambiente dá sinais há tempos de saturação

Acompanhe esse texto:

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

- Você está certo – responde a velha senhora – nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo.

Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente.
Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias.
Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não se precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.
Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

Eu já tinha lido esse texto antes, mas sinceramente perto de completar 40 anos, eu vejo que essa senhora tem tanta razão. Não me considero uma idosa, porém no meu tempo (hahahahah) já estou escrevendo também dessa forma tudo era mais divertido e cuidávamos do meio ambiente, mesmo sem saber.

Eu brinquei muito de amarelinha, joguei vôlei, futebol, brinquei de bandeirinha e ia sim para a escola a pé me divertindo com tudo o que o caminho me proporcionava. Fiz magistério e confesso que de tudo o que eu vivi hoje nada se compara ao aprendizado que tive. Falo do aprendizado da convivência, da esportividade, da troca de conhecimento, das amizades, das pessoas, dos caminhos, das oportunidades que tive para criar.  Essa criação com pouco recurso, quantos seminários, quantos teatros, quantos trabalhos, exposições e festas que fizemos.  Tudo isso valeu para ser hoje a profissional que sou! Hoje criar com tanta tecnologia é fácil!

Precisamos realmente praticar o consumo consciente para escrevermos uma nova história sobre o meio ambiente.

Silvia

Diretora de MKT da empresa Camiseta Feita de Pet

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Universidade São Judas recebe o projeto ” Eu faço a diferença no mundo”

Projeto Eu faço a diferença no mundo

Projeto Eu faço a diferença no mundo

Projeto Eu faço a diferença no mundo

Projeto Eu faço a diferença no mundo

Universidade São Judas recebe projeto

“Eu Faço a Diferença no Mundo”

Comunidade acadêmica pode adquirir camiseta feita de pet

Nesta segunda-feira, 23, a unidade Mooca da Universidade São Judas Tadeu acolheu em seu saguão o Projeto “Eu Faço a Diferença no Mundo”.

Até o dia 11 de maio, das 8h às 22h, os estudantes e toda a comunidade universitária terão a oportunidade de conhecer melhor a iniciativa e ainda trocar duas garrafas pets mais R$ 25,00 por uma camiseta feita do material sustentável  (promoção não cumulativa).

O PROJETO – Apresentado oficialmente em 2011, o Projeto “Eu Faço a Diferença do Mundo” tem como objetivo retirar da natureza 10 milhões de garrafas pets em cinco anos. A ideia inicial é trabalhar a conscientização das pessoas para os problemas ambientais causados pela não reciclagem das garrafas descartadas em nosso meio.

Produzidas a partir do pet reciclado, as camisetas tem na composição 50% poliéster reciclado  e 50% algodão, o que proporciona conforto e praticidade no uso. Com diversas estampas, as peças são a oportunidade para quem quer vestir a ideia da sustentabilidade mantendo o estilo.

Serviço

Projeto “Eu Faço a diferença no Mundo”

Data: De 23 de abril a 11 de maio, das 8h às 22h
Local: Saguão do Térreo – Unidade Mooca

Endereço: Rua Taquari, 546 Mooca

Informações: www.eufacoadiferencanomundo.com.br

Informações para imprensa

Infopress Assessoria e Comunicação
Luciana Selim (MTB: 43047) | Rogério Santana
NEXTEL: 89*28988
Tel.: 3141 0360 // 8612 9711
jornalismo@infopress.jor.br
www.infopress.jor.br

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Lixo é problema ambiental com agravantes sociais

Lixo é problema ambiental com agravantes sociais

Qual o destino dos caminhões que coletam o lixo de nossas casas? Cerca de 76% do lixo (ou resíduos sólidos) produzido no Brasil vai para lixões, 13% para aterros controlados, 10% para aterros sanitários e apenas 1% passa por processos de compostagem, reciclagem ouincineração (Banas Ambiental, junho/2000). O processo de coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos é de responsabilidade dos municípios e transformou-se em um dos grandes problemas enfrentados por inúmeros governantes que não sabem o que fazer com tanto lixo.

Os lixões, para onde vai a maior parte do lixo doméstico, são depósitos a céu aberto, onde os resíduos, depositados de forma regular ou clandestinamente, formam verdadeiras montanhas. Além da poluição visual, do risco de contaminação do solo, de rios e águas subterrâneas – caso os resíduos alcancem o lençol freático – nos lixões proliferam parasitas causadores de doenças. Muitas pessoas, ainda, lançam seus lixos em vias públicas, rios, praias, mares, em terrenos baldios, margens de vias públicas, redes de esgoto, entre outros locais impróprios.

Os aterros sanitários são uma forma um pouco mais sofisticada de depósito desses materiais. Neles, o lixo é confinado em camadas posteriormente compactadas e cobertas por novas camadas, intercaladas por camadas de terra. Para que o aterro não provoque danos ambientais, devem ser seguidas normas específicas para a sua construção e manutenção. De modo geral, o terreno deve ser impermeabilizado, construído em uma área distante de fontes de água, depois de certificado de que não há lençol freático no local. Os aterros também possuem vida útil limitada e depois de saturado, o terreno deve ser coberto por terra e não pode ser utilizado para construções, devido à instabilidade do terreno. O ideal é destinar esses locais para áreas públicas de lazer, como praças e quadras de jogos.

A concentração populacional e o processo de industrialização trouxeram, a partir do século XX, aumento da quantidade de lixo e também mudanças na sua composição. Ao lixo, que até então era formado por restos de alimentos, cascas e sobras de vegetais e papéis, foram sendo incorporados novos materiais como vidro, plásticos, isopor, borracha, alumínios entre outros de difícil decomposição. Para se ter uma idéia, enquanto que os restos de comida deterioram-se rapidamente e o papel demora entre 3 a 6 meses para se decompor, o plástico dura mais de cem anos e o vidro cerca de 1 milhão de anos quando jogados na natureza.

O impacto desse volume de lixo no meio ambiente das cidades é grande. A quantidade de dejetos só tende a aumentar e pode ocasionar escassez e esgotamento de recursos naturais, poluição do ar, da água, do solo, além de problemas de saúde pública, devido à proliferação de parasitas e surgimento de doenças.

O crescente número de catadores, que garantem o sustento de suas famílias com a venda do que é encontrado nos depósitos de lixo, é outro desafio para muitas prefeituras. Diversos municípios tentam reverter essa situação, incorporando esses trabalhadores ao processo produtivo, criando cooperativas de catadores a partir da instalação de programas de reciclagem na cidade.

Alguns organismos governamentais e não-governamentais, nacionais e do exterior, têm se preocupado com pessoas, inclusive crianças, sobrevivendo dos lixões. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Ministério Público Federal (MPF), a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano (SEDU), a Caixa Econômica Federal, a Fundação Nacional da Saúde (FUNASA), a Missão Criança e a ONG Água e Vida – Centro de Estudos de Saneamento Ambiental coordenam o Fórum Nacional Lixo & Cidadania, criado em 1998, do qual participam 40 entidades. Os objetivos são favorecer a discussão e estimular o desenvolvimento de projetos e ações para a erradicação de trabalho infantil nos lixões, possibilitar a geração de renda para as famílias dos catadores e acabar de vez com os lixões.

A organização Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE), associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem dentro do conceito de gerenciamento integrado do lixo, mantida por empresas privadas de diversos setores, criou, em parceria com a Organização de Auxílio Fraterno (OAF), o kit Cooperar Reciclando Reciclar Cooperando, com o intuito de auxiliar aos que têm o interesse de viabilizar a reciclagem através do trabalho cooperado.

No Estado de São Paulo, a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB) elabora, desde 1997, o Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Domiciliares. O mais recente é o de 2000, com informações sobre as condições ambientais quanto à destinação final dos resíduos sólidos naquele ano.

Foram inspecionadas todas as instalações de despejo de lixo do Estado de São Paulo e aplicado um formulário padronizado, com informações sobre as principais características dos locais de cada instalação. Além de dados comparativos com os anos anteriores, o Inventário identificou 3686 catadores no Estado, dos quais 448 são crianças, número maior que no ano anterior, que era de 2916 catadores.

Dos 645 municípios de São Paulo, a CETESB localizou 611 instalações de destinação final do lixo, sendo 587 aterros ou lixões e 24 usinas de compostagem. Um dado positivo levantado pelo Inventário é que diversas cidades estão se unindo para resolver o problema da destinação do lixo de forma regional. Foram localizadas 48 cidades que estão reunidas para o depósito dos resíduos em aterros sanitários, localizados em 19 municípios. Além disso, foram encontrados 9 municípios que criaram, em conjunto, três usinas de compostagem.

Três medidas urgentes para diminuir a quantidade de lixo e o impacto dos resíduos no meio ambiente são a coleta seletiva, a reciclagem de materiais e a compostagem – que devem ser realizados de forma integrada, dentro de um programa contínuo, com apoio do poder público municipal, de empresas e conscientização da população. De acordo com pesquisa realizada pelo CEMPRE, 135 municípios brasileiros realizam programas de coleta seletiva, sendo que a maior concentração destes está nas regiões sudeste e sul do país.

Materiais como papel, lata de alumínio, vidro, plástico e garrafa PET podem ser retornados à empresa produtora, reciclados e incorporados novamente ao produto ou ainda podem dar origem a novos materiais. Para isso, é necessário um trabalho de que participam diversos setores da sociedade. Apesar dos custos de implantação de um programa de coleta seletiva serem cerca de oito vezes maiores que o custo da coleta convencional – de acordo com pesquisa realizada pelo CEMPRE em 18 cidades – os benefícios ambientais, sociais e mesmo políticos de programas de reciclagem são enormes. Além de reduzir o volume dos aterros sanitários e lixões, diminui também a poluição ambiental, o gasto de energia e o esgotamento de recursos naturais. Pode, inclusive, gerar renda para catadores, possibilitando-lhes melhores condições de vida e maior integração à sociedade.

O envolvimento de indústrias pode, também, viabilizar economicamente o programa de reciclagem. Alguns materiais reciclados podem retornar para as empresas com diminuição nos custos de produção, o que, além de evitar o desperdício de matéria-prima, contribui para uma imagem positiva da empresa diante do consumidor.

No dia 05 de março passado, o deputado federal pelo PPS de São Paulo, Emerson Kapaz, apresentou a segunda versão do Relatório Preliminar da Política Nacional de Resíduos Sólidos à Comissão Especial de Resíduos Sólidos da Câmara Federal, em Brasília, após a realização de diversas audiências públicas em várias regiões do país. Caso seja aprovada, a Política Nacional de Resíduos Sólidos deverá ser implementada pelos governos federal, estadual e municipal. Esse Relatório classifica os resíduos sólidos em: resíduos urbanos (lixos de residências e de limpeza pública em geral) e resíduos especiais, divididos em: resíduos industriais, resíduos de lodo de esgoto, resíduos minerais (oriundos do extrativismo mineral e da recuperação de solos e áreas contaminadas), resíduos de serviços de saúde (incluindo restos de material proveniente do atendimento de saúde às populações humana ou animal, centros de pesquisa, desenvolvimento ou experimentação na área de farmacologia e saúde, bem como os medicamentos vencidos ou deteriorados), resíduos de atividades rurais, resíduos de serviços de transporte (provenientes de portos, aeroportos, terminais rodoviários, ferroviários e portuários e postos de fronteira), rejeitos radioativos, entulhos, oriundos das atividades da construção civil em geral, resíduos de serviços (provenientes de atividades comerciais e serviços), resíduos tecnológicos (provenientes da indústria da informática, eletro-eletrônicos, automotiva, de comunicação, entre outros) resíduos da indústria bélica, resíduos de embalagem e resíduos perigosos.

Os objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos são: estabelecer um melhor gerenciamento dos resíduos sólidos, reduzir a quantidade e a nocividade dos resíduos sólidos; eliminar os prejuízos à saúde pública e à qualidade do meio ambiente causados pela geração de resíduos; formar uma consciência comunitária sobre a importância da opção pelo consumo de produtos e serviços que não afrontem o meio ambiente e com menor geração de resíduos sólidos e de seu adequado manejo; além de gerar benefícios sociais e econômicos aos municípios que se dispuserem a licenciar, em seus territórios, instalações que atendam aos programas de tratamento e disposição final de resíduos industriais, minerais, radioativos, de serviços e tecnológicos.

O gerenciamento dos resíduos sólidos passa, indiscutivelmente, pela conscientização da população em relação aos padrões de consumo, da importância da reutilização de diversos materiais e da prática da coleta seletiva. A educação ambiental deve estar presente e em consonância com as políticas públicas de redução e destinação do lixo.

Belíssimo texto extraído do portal: http://www.comciencia.br/reportagens/cidades/cid10.htm

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Inventor faz resina antiferrugem com óleo de cozinha e lucra em PE

Nós apoiamos as pequenas atitudes:

A ideia fixa de criar um produto sustentável e ao mesmo tempo lucrativo motivou o empreendedor pernambucano Luiz Cláudio Lima, 51, a pesquisar e testar o óleo de cozinha usado durante dez anos. A experiência resultou na invenção de uma resina antiferrugem para carros e na abertura da empresa Redlub, que fabrica e vende o produto.

O negócio que começou rendendo cerca de um salário mínimo hoje emprega quatro funcionários e fatura R$ 18 mil por mês. Mesmo assim, Lima ainda precisa dividir seu tempo entre a produção e a administração do negócio. Por dia, a Redlub produz cem litros da resina antiferrugem.

O produto desenvolvido pelo empresário é específico para o uso em automóveis. O antiferrugem é uma espécie de resina que atua contra a corrosão das partes de ferro. Ela é aplicada por meio de uma pistola de ar comprimido ou pincel diretamente nos chassis ou em outras peças do carro para evitar o desgaste e a oxidação.

O custo de produção da microempresa é reduzido. A principal matéria-prima, o óleo de cozinha usado, vem de coletas em restaurantes, hospitais, hotéis e outros estabelecimentos. Ao todo, são recolhidas cerca de 18 toneladas por mês do material, em aproximadamente 600 fornecedores nos Estados de Pernambuco e Alagoas.

Sem reciclagem, óleo iria para a rede de esgoto.

O óleo de cozinha coletado em hotéis e restaurantes é reciclado

Segundo Lima, sem a reciclagem, o óleo de cozinha poderia ser despejado de forma inadequada e ir para redes de esgoto, poluindo a água e o solo. “As pessoas e as empresas precisam dar um destino correto ao óleo vegetal usado sem agredir o meio ambiente. Isso vai garantir uma qualidade de vida melhor para nossos netos e bisnetos no futuro”, afirma.

De olho em novas oportunidades, o empreendedor relata que em Pernambuco há uma campanha da empresa de saneamento básico para que todas as casas tenham caixa de gordura instaladas.

Para aumentar sua rentabilidade, a partir de maio, Lima começará a oferecer o serviço de limpeza e desentupimento destas caixas na capital Recife e região metropolitana. “Vou aumentar a coleta de óleo e ainda ter a oportunidade de falar pessoalmente para as pessoas sobre a importância da reciclagem.”

Além disso, o empresário já tem planos de transformar a água suja vinda das pias e dos ralos, que fica retida nas caixas de gordura, em gás veicular ou até mesmo em ração animal. “Ainda vou começar a pesquisar qual a melhor forma de reciclar este resíduo. Já me falaram que vai ser difícil, mas nada é difícil para mim.”

Preocupação com meio ambiente motivou abertura do negócio

A Redlub produz cem litros por dia do antiferrugem, o Red Ruste.

A ideia de reciclar o óleo de cozinha surgiu em 1998, quando Lima era encarregado da manutenção em um shopping na cidade de Paulista (PE). Uma de suas tarefas era, ao final do expediente, descartar o óleo vegetal usado para fritar os alimentos. Como não havia coleta seletiva na época, todo o resíduo ia parar na rede de esgoto.

Como o pai costumava utilizar óleo de cozinha na parte de baixo do carro para combater a oxidação das partes de ferro, o empresário pensou que poderia criar um antiferrugem reutilizando o material que seria descartado.

A partir daí, ele iniciou as pesquisas e a fase de testes laboratoriais, contando com a ajuda do SEBRAE, serviço de apoio à micro e pequena empresa, e do Itep (Instituto de Tecnologia de Pernambuco).

Em 2002, com o produto comprovado, Lima conseguiu investimento para fazer um teste piloto e dar início às suas atividades. Foi um período difícil, a capacidade de produção era de apenas 200 litros por mês e o faturamento era pouco mais de um salário mínimo.

Somente em 2008, depois de ganhar mercado, o empreendedor teve condições de formalizar o negócio. “Todo o processo foi inventado por mim e feito com o que tinha em casa e no ferro velho. Hoje, já adquirimos motores, bombas, equipamento de laboratório, tanques e até veículos”, diz.

Conscientização ajudou empresa a crescer

Lima atribui o crescimento da empresa à conscientização das pessoas em não despejar na pia o óleo vegetal usado para fritar alimentos. Além disso, as campanhas do governo que incentivam o descarte correto do material também o ajudaram.

Em Pernambuco, uma lei sancionada em setembro de 2011 obriga estabelecimentos comerciais, condomínios residenciais e indústrias que utilizam óleo de cozinha a instalar recipientes para coleta do resíduo e encaminhá-lo para a reciclagem.

Matéria extraída de http://economia.uol.com.br

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Cálculos mostram que Hora do Planeta não passa de marquetagem barata

Realmente é isso o que pensamos sobre a Hora do Planeta. O Planeta Terra precisa de atitudes diárias….

Todo ano, no final de março, a ONG WWF promove a Hora do Planeta, um evento para tentar conscientizar a população sobre a importância de poupar energia. Durante uma hora, das 20:30 às 21:30, o grupo pede que as pessoas conscientes desliguem as luzes de casa.

A causa é nobre, mas atos simbólicos não costumam ter resultados concretos além dos ganhos de imagem muito fugidios para as ONGs que os promovem. Lembram do “xixi no banho” de há três anos? Lembram quem promoveu? Eu precisei checar. Você passou a economizar água depois de achar pitoresca a proposta? Pois é, eu também não.

Você pode muito bem apagar a luz de casa por uma hora no sábado e passar o verão inteiro com o ar condicionado ligado quando está fora, para garantir seu conforto ao voltar. Pode apagar a luz de casa depois de girar a chave no seu utilitário beberrão para comprar pão a duas quadras de casa.

É uma marquetagem barata, porque tem custo muito baixo para quem dela participa. Não é para menos que prefeituras do Brasil inteiro, ainda mais em ano eleitoral, aderem à iniciativa. São Paulo é a adesão mais vistosa das 102 anunciadas pelo grupo.

Aqui, o Mercado Municipal deve ficar no escuro, ainda que os insolúveis congestionamentos da cidade deem cada vez mais prejuízo – queimando carbono até dizer chega, para manter o foco ambiental. Uma reportagem de Alencar Izidoro, publicada no ano passado pela Folha, dá uma medida disso:

José Roberto Augusto de Campos, professor de engenharia de motores do Instituto Mauá de Tecnologia, fez um cálculo que dá ideia desse prejuízo. Cada hora de motor ligado, no ponto morto, significa gasto de 1,65 litro de gasolina ou 2,1 litros de álcool.

Assim, quem percorre o corredor das avenidas Adolfo Pinheiro, Santo Amaro e São Gabriel no pico da tarde, por exemplo, gasta cerca de R$ 400 por ano apenas para deixar o carro ligado no trânsito.

Como a marquetagem barata não torna a causa menos nobre, seguem algumas dicas de como economizar tanta (ou mais) energia recorrendo ao diabo dos números.

1. Pegue sua última conta de luz e veja quantos kWh gastou no mês. Em São Paulo, é considerado baixo o consumo de menos de 220 kWh por mês. O meu deu 260 kWh.

O que é essa medida, o quilowatt-hora? Ela representa a soma da energia gasta pelos seus aparelhos domésticos durante o tempo em que estiveram ligados.

Uma lâmpada de 60 watts, acesa durante uma hora, consome 0,06 kWh. Se ficar acesa durante mil horas, ela consume 60 kWh.

2. Alguns aparelhos da sua casa, como a geladeira, ficam ligados o dia inteiro. Outros, como as lâmpadas, provavelmente só por algumas horas do dia. Mas digamos que o consumo de energia se concentre todo em 10 horas por dia, levando em conta os 31 dias do mês de março. A faixa de horário escolhida pela ONG é uma de alto consumo.

Para saber quantos quilowatts você gasta por hora, em média, divida seu consumo por 31 e depois por 10.

Sua economia na Hora do Planeta = (consumo / 31) / 10

Eu, se participasse e desligasse até a geladeira, economizaria em média 0,83 quilowatts. Parece pouco, mas somado aos seus 0,7 e aos 1,0 do vizinho acabam virando bastante coisa. Mas a que isso se compara no dia-a-dia?

3. Uma maneira é olhar o consumo de eletrodomésticos. A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) colocou em seu site, há algum tempo, uma tabela de consumo médio de diferentes equipamentos.

Segundo ela, os 0.8 kWh que eu poupo desligando tudo em casa por uma hora equivalem a menos de uma hora de ar condicionado – um aparelho que eu não faço questão de ter em casa, economizando assim uma quantidade bem razoável de kWh no verão.

4. Seu carro não é ligado na corrente elétrica, mas o escapamento emite mais gás carbônico do que a tomada. Na Europa e nos EUA, onde a energia elétrica é de origem térmica, acender a luz é emitir carbono indiretamente. No Brasil, onde a maior parte da energia é hidroelétrica, isso é bem menor.

Como comparar o consumo do seu carro ao de energia elétrica? Convertendo tanto os gastos de energia do combustível quanto os gastos de energia da luz para outra unidade, o joule. Calcular isso à mão é complicado. Por isso uso um conversor como este. Um kWh, segundo ele, equivale a 3600 quilojoules. Ou 3,6 milhões de joules.

Segundo o HowStuffWorks, um galão de gasolina (3,75l) tem 132 mil quilojoules. Portanto, um litro de gasolina tem 35,2 mil quilojoules. Ou quase o equivalente a 10 kWh. Ficar uma hora no engarrafamento, segundo o engenheiro entrevistado pelo Alencar, gasta 1,65 litro de gasolina, ou 58 mil quilojoules.

Convertendo uma hora de engarrafamento em energia elétrica, o desperdício seria equivalente a 13,3 kWh – ou o que eu gastaria em mais de dezesseis horas de consumo médio. Ou seja: deixar o carro em casa por um dia só poupa ao planeta o equivalente a anos e anos de sua participação nessas iniciativas marqueteiras simbólicas.

Você pode argumentar que o dia mundial sem carro é só em 22 de setembro. Mas essa é outra iniciativa marqueteira. O que realmente faz a diferença são os hábitos. Fazer pequenas mudanças neles é muito mais eficaz e não tem dia marcado.

Desligar a luz por uma hora, ficando em paz com sua consciência planetária, para depois pegar seu carro ou ligar o ar condicionado, é mais ou menos o mesmo que pensar que um cheeseburger é um alimento balanceado porque tem carne, laticínios, farináceos e salada.

(Por Marcelo Soares, O Diabo dos Números, 30/03/2012)

Belíssimo texto extraido do site  http://ambienteja.info/ver_cliente.asp?id=175656

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A consciência ambiental pode diminuir a dengue no Brasil ?

Locais onde temos resíduos e água parada que podem causar a dengue

Locais onde temos resíduos e água parada que podem causar a dengue

Locais onde temos resíduos e água parada que podem causar a dengue.

Locais onde temos resíduos e água parada que podem causar a dengue.

A gente que lida com resíduo (antigamente se falava lixo) sabe da importância de se manter os locais limpos para evitar não só a contaminação do próprio material, como o solo e principalmente evitar as doenças como a dengue.

Nas nossas andanças pelo Brasil vimos muito descaso no tratamento desses resíduos.

A dengue tem matado muita gente!

Que tal ajudar a divulgação ? a consciência ambiental pode ajudar a diminuir essa epidemia.

Apesar dos alertas constantes contra a doença, população não tem tomado cuidados contra o mosquito

Copos, garrafas, pneus, cascas de ovos, entre outros objetos que possam acumular água são potenciais focos de dengue. Por isso, há a necessidade de vigilância constante, tanto dentro como fora de casa. Até a última sexta-feira, dia 23, o Estado acumulava 2.911 casos da doença, desses 20 são graves. Com relação às vítimas, o boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) contabilizava dois óbitos.

Apesar dos alertas para prevenção da doença, e cuidados a serem tomados pela própria população, à tarefa não tem sido feita em alguns lugares da Cidade, onde o descaso com alguns imóveis leva à formação de potencias focos da doença. É caso do imóvel localizado na Rua Vicente Linhares, 54, no bairro Aldeota, onde uma piscina está servindo como depósito de larvas do Aedes aegypti.

Segundo a professora Mônica Dourado Furtado, 47 anos, desde dezembro do ano passado, a casa está abandonada e não recebe nenhuma limpeza. “Com a chegada das chuvas, fica uma situação extremamente preocupante, pois acumula água e, consequentemente, vem o mosquito. Quando chega à tarde, eu tenho que fechar as portas e janelas de casa devido à grande quantidade de muriçocas nesse horário”, relata.

A professora conta que já entrou em contato com a Secretaria Executiva Regional II (SER II) para denunciar o caso, e foi encaminhada para o Departamento de Dengue, mas que até o momento não teve resultados.

“Fui muito bem tratada pelos órgãos da Prefeitura, porém, até o momento, nenhuma medida foi tomada. Eles disseram que iam ver o que podiam fazer, mas alertaram que estavam com os agentes de saúde em greve, o que dificultaria a ação”, afirma a professora.

Assim como Mônica, a médica Aparecida Costa, que possui uma clínica pediátrica no bairro Dionísio Torres, sofre com a falta de consciência ambiental da vizinhança e pede ações mais efetivas do município. Segundo a médica, já são incontáveis as ligações feitas para ouvidoria da Prefeitura pedindo mais fiscalização na área.

“A gente fica exposto a doenças por conta da falta de consciência de outros. Todos os dias, jogam lixo e restos de construção na esquina por trás do meu imóvel e, ali, o que se vê são ratos e focos de dengue”, reclama.

Aparecida informou que sempre que liga para o departamento do município mandam limpar a área, mas, logo em seguida, voltam a jogar lixo no local. “Nesse caso, eu acredito que uma fiscalização seria a solução”.

Incidência

Até a última sexta-feira, 23, a Capital possuía 50,91% dos casos confirmados da doença no Ceará, ou seja, 1.482. Destes, a maior parte está nas Regionais III (365), V (308), VI (285). Por todos os locais, é possível ver o acúmulo de lixo pelas ruas, assim como em obras e imóveis abandonados.

No restante das SERs, no caso, a I, II e IV, o número de casos equivale a 478. Dos óbitos ocorrido no Ceará por conta da dengue, um é de Fortaleza. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) investiga, ainda, nove possíveis mortes por conta da doença.

Dos bairros com maior número de pessoas que contraíram a dengue, estão João XXIII (62), Antônio Bezerra
(61), Henrique Jorge (58), Montese (47) e Bonsucesso (45).

Resposta

A SER II informou que o procedimento em caso de denúncias de dengue nas regionais de Fortaleza é agendar uma visita para verificar se há focos de mosquito na área denunciada, e não encaminhar o cidadão para o Departamento de Dengue do Município, que não existe.

O órgão garantiu também que um agente de endemias da Regional II fará, ainda nesta semana, uma visita ao endereço citado para verificar a denúncia de Mônica Furtado.

THAYS LAVOR
REPÓRTER.

Nós trabalhamos para mudar esse fato

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Camisetas Personalizadas

Camisetas  personalizadas são camisetas onde você pode fazer modificações em cima da versão original para atender  sua necessidade.

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Camisetas Personalizadas você encontra em nossa loja virtual www.camisetafeitadepet.com.br

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Dia mundial da água, há o que comemorar ?

Vamos renovar o planeta, hoje é dia mundial da água

Vamos renovar o planeta, hoje é dia mundial da água

Nesta quinta-feira (22) é comemorado o Dia Internacional da Água. Em 2012, o tema é Segurança da Água e da Comida, com a preocupação voltada para o aumento da população e a falta de recursos.

Cada ano tem um tema. Os últimos foram: Água para cidades (2011), Qualidade da Água (2010), Águas Transfronteiriças (2009) e Ano Internacional Sanitário (2008).

Desta vez, o que baliza os debates é a questão de que 7 bilhões de pessoas já habitam este planeta, e o número deve chegar a 9 bilhões até 2050. Cada uma consume, em média, 2 a 4 litros por dia.

Além disso, segundo o site das Nações Unidas para a data, consumimos ainda mais água ao comer, já que a produção de um bife ou de trigo consume muita água.

Para evitar o desperdício de água, a campanha visa tópicos como dieta sustentável, produtos que consomem menos água, redução de despedício e produção de comida usando menos água.

Sugestões do Menino Maluquinho para economizar água:

Tomando banho

Você sabia que um dos recordistas de consumo de água no Brasil é o chuveiro? Um banho de 15 minutos gasta, em média, 130 litros de água. Se a pessoa for como eu, que toma banho todos os dias, vai consumir, em um mês, 3.900 litros!
Para economizar, basta reduzir o tempo do banho: cinco minutos são suficientes para lavar todo o corpo. Desligar o chuveiro enquanto se ensaboa ou lava o cabelo também é uma boa maneira de economizar. Viu como dá pra ficar cheiroso sem esbanjar? Agora, só não vale dizer que não vai mais tomar banho para economizar água, pois essa desculpa não cola mais!

Escovando os dentes
Esta dica todos conhecem, mas poucos praticam: quando estiver escovando seus dentes, deixe a torneira fechada! Gastamos, aproximadamente, 10 litros de água quando escovamos os dentes por cinco minutos com a torneira aberta. Para economizar, abra a torneira apenas para molhar a escova e enxaguar a boca.

Lavando a roupa
Na hora de lavar a roupa, o segredo para economizar água é deixar acumular peças e lavar tudo de uma só vez. Só ligue a máquina quando ela estiver cheinha. As roupas muito sujas devem ser deixadas de molho antes de serem lavadas, pois, com isso, a sujeira sai mais fácil e com menos água. Ao lavar no tanque, deixe sempre a torneira fechada enquanto ensaboa e esfrega as roupas.

Lavando a louça
Antes de começar a lavar a louça, devemos raspar os restos de comida e deixar de molho as panelas ou as louças muito sujas. Ensaboe tudo o que for lavar com a torneira fechada e abra a torneira apenas na hora de enxaguar. Ah! E lembre: nada de ficar pegando um copo limpo a cada vez que você for tomar água, pois, para cada copo que você suja, são necessários pelo menos dois outros copos de água para lavá-lo.

Lavando o carro e a calçada
Já ensinei pro meu pai como é fácil deixar o carro limpinho sem precisar gastar muita água. É só usar um balde de água de 10 litros para molhar o carro e mais uns três ou quatro para enxaguá-lo. Utilizar a mangueira para essa atividade gera um grande desperdício. O mesmo serve para as calçadas. Devemos usar a vassoura para retirar a sujeira e não o jato de água da mangueira!

tilizando o vaso sanitário
Agora você vai dizer: “O Maluquinho tá mesmo maluco! Todos sabem como se usa a privada”. E eu digo que muita gente não sabe usar o vaso sanitário (vou dizer vaso sanitário que é mais chique, tá?) de forma adequada, sabe por quê? Porque muitas pessoas acham que o vaso sanitário é cesto de lixo e jogam papel, cotonetes, algodão, cigarros e mais um monte de porcarias dentro dele. Isso pode entupir o encanamento e fazer com que o lixo volte para a sua casa! Ui… que nojo! Outra dica: deixe a válvula da descarga sempre regulada e não fique apertando-a sem necessidade, pois isso gasta muita água!

Cuidando das plantas
Para cuidar do jardim, substitua a mangueira por um regador. Dessa maneira, você só joga água onde é necessário, não afoga as coitadas das plantinhas e fica mais perto delas. Isso mesmo, fica mais perto e dá mais carinho para as plantas, ou você acha que elas só precisam de sol e água?

Verificando os vazamentos
Vazamento é um problema! Uma torneira pingando, um cano furado ou uma válvula de descarga desregulada pode desperdiçar milhares de litros de água em um único dia. Certifique-se de que todas as torneiras de sua casa estão bem fechadas e funcionando direitinho e de que a válvula da descarga não está desregulada e soltando mais água que o necessário. Para verificar se existe algum vazamento, faça o seguinte teste: feche todas as torneiras e registros da casa e veja se os números do hidrômetro (aquele aparelho parecido com um relógio que mede o consumo de água) estão movendo-se. Se isso ocorrer, é sinal de que algum cano pode estar furado. Avise seus pais para que o problema possa ser resolvido com urgência!

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A economia verde existe ?

Muita se fala sobre a economia verde. Você sabe o significado desse termo ?

As palavras igualdade social, redução de riscos ambientais,  e redução da escassez Ecológica são  definições básicas sobre a economia verde.

Em termos mais simples significa produzir ( no sentido geral da palavra ) causando o menor impacto possível ao planeta e seus habitantes.

Será possível?

Uma matéria interessante da revista  Isto È Dinheiro, dá um show sobre o tema:

Economia verde pode salvar o planeta, afirmam especialistas:

O planeta esquenta, perde seus recursos naturais e – dizem alguns – está com os dias contados, mas inovações técnicas e a economia verde podem salvá-lo, garantem especialistas reunidos nesta quinta-feira, na Universidade Columbia, em Nova York.

Reunidos em teleconferência através de monitores conectados de Mônaco, Cidade do México, Pequim, Londres, Nairóbi e Nova Délhi, vários especialistas apresentaram um panorama alarmante da pobreza global e da degradação ecológica.

Pediram aos Estados Unidos e a outros países ricos que demonstrem liderança, por exemplo, investindo em tecnologia de captação de carbono e outros métodos de longo prazo para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa.

No entanto, os países desenvolvidos, onde a poluição cresce rapidamente, também podem desempenhar um papel importante e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida da população, tirando-a da pobreza, defendem.

“Desta forma, podemos alcançar a prosperidade, combatendo as mudanças climáticas – uma prosperidade que vai durar muito mais”, defendeu o presidente mexicano, Felipe Calderón, que falou da Cidade do México via teleconferência.

Calderón contou que o México tem planos ambiciosos para reduzir as emissões de carbono, reflorestar e gerar um quarto da demanda energética com fontes renováveis até 2012.

“Estou mais convencido do que nunca de que os primeiros países a mudar ganharão vantagens competitivas consideráveis”, disse o presidente mexicano.

Nitin Desai, do Energy and Resources Institute de Nova Délhi, afirmou que Índia e China, dois dos países com maiores índices de emissões de gases-estufa, são muito “pró-ativos” no desenvolvimento de tecnologias verdes.

Segundo Desai, que falou da capital indiana, as empresas começam a desenvolver um “enorme mercado” para a energia solar e outras fontes renováveis.

Os especialistas citaram inovações simples, como geradores de eletricidade à base de tração animal na Índia rural, ou a difusão em massa de telefones celulares na África como formas de se levar mais oportunidades para comunidades isoladas, ao mesmo tempo em que ajudam a tornar estas economias mais verdes.

Em maior escala, Achim Steiner, diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), disse que a África deveria deixar de ser considerada uma “mina” pelos países ricos e, ao contrário, voltar seus recursos para indústrias sustentáveis.

“Agricultura, turismo, recursos naturais, silvicultura: estes são os motores da economia hoje. Portanto, vamos mudar ao invés de deixar que outros tirem de nós”, disse Steiner, falando de Nairóbi, capital do Quênia.

“A economia verde também significa que não podemos continuar contaminando como estamos fazendo”, acrescentou. “A metade dos leitos hospitalares do mundo está ocupada por gente doente por causa de água suja ou sem potabilidade”, reforçou.

Glenn Denning, professor na Universidade Columbia, de Nova York, deu como exemplo o renascimento agrícola do Malauí como modelo de uma economia verde que ajuda a reduzir a pobreza e melhorar o nível de vida da população.

“O que vimos no Malauí é que quando se estimula a agricultura e se promove a produtividade agrícola, as pessoas começam a fazer suas economias”, afirmou. “Uma das primeiras coisas que fazem é comprar um celular”, acrescentou.

Segundo os especialistas, a alternativa a se transformar a economia mundial é mergulhar em uma crise climática ainda mais profunda.

Eles alertaram que a confiança pública nos cientistas que denunciam o aquecimento do planeta diminuiu no ano passado, quando os líderes mundiais fracassaram, na COP15, celebrada em dezembro em Copenhague, a formalizar um acordo sobre uma resposta comum às emissões de gases-estufa e os argumentos científicos que sustentam a tese da elevação da temperatura na Terra foram questionados.

“Enfrentamos uma crise de confiança, começando pela confiança na ciência”, comentou Desai.

Mark Cane, professor de Ciências Climáticas da Universidade de Columbia, disse que tanto os governos quanto os cidadãos não estão dispostos a adotar medidas que evitem o que chamou de desastre iminente.

“Infelizmente, é preciso que haja algum tipo de crise ou de ameaça que sintam de forma realmente visceral”, destacou o professor, que falou de Nova York.

“Não acho que nada aconteça até que a natureza comece a se manifestar, até que comecemos a ver os efeitos e que as pessoas comecem a se preocupar”, emendou Wallace Broecker, professor de Ecologia na mesma universidade.

“Se o gelo do Ártico desaparecer em 20 anos, isto será um sinal muito forte de que as coisas estão mudando”, exemplificou Broecker.

Matéria extraída da revista Isto È dinheiro em www.istoedinheiro.com.br

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Camiseta Plante essa ideia um produto da economia verde.

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Reciclar é a melhor maneira de preservar o meio ambiente

Camiseta Ecológica que retrata a importância da preservação do meio ambiente

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Reciclar, sustentabilidade, aquecimento global, ecológicos e muitas outras palavras têm se ouvido com bastante frequência  em diversas formas de mídia e comunicação, tudo isso não é a toa, uma palavra se encaixa na outras e todas fazem muito sentido e tem a ver com o que estamos vivenciando atualmente. Primeiramente podemos dizer que a reciclagem é uma das formas mais sustentáveis do mundo, o ato do reuso de um material que poderia ir para o descarte significa muito mais do que apenas gerar outro material, mas significa também fonte de emprego para milhares de pessoas, um ato ecológico que colabora para diversos setores tanto para a economia, para o meio ambiente e muitos outros.
Separar todo o material que iria para o lixo e descarte, analisar o que pode ser reaproveitado e o mais importante destinar corretamente cada tipo de material é um ato completamente sustentável que colabora com sua vida e você colabora para o Planeta, todos já devem ter ouvido a frase “se cada um fizer sua parte, salvamos o mundo” ou então, “todos devem fazer sua parte, por menor que ela seja”, enfim é completamente correto afirmar que todos devem sim fazer sua parte, que assim todos juntos podem salvar o planeta e ainda um pouco que faça já faz muita diferença no ciclo em que você vive.
Os materiais mais comuns que são reciclados são o vidro, plástico e papel, porém não são apenas estes que podem ser reaproveitados, o lixo orgânico, por exemplo, que é o resto de alimento que você descarta pode servir de adubo, o óleo que maioria das pessoas costumam descartar no ralo da pia da cozinha, além de danificar todo a rede de esgoto irá prejudicar onde este esgoto será descartado, provavelmente em algum rio ou córrego, este óleo tem diversas funções como o sabão, ele é o ingrediente principal para fazer o sabão em pedra, por isso é extremamente importante conhecer os locais de descarte de lixo reciclável de sua cidade, além disso não deixar de separar corretamente cada tipo de lixo como por exemplo não misturar materiais recicláveis como garrafas pet que são muito utilizadas para diversas finalidades com lixo de banheiro que é inutilizável, ou seja os coletores de lixo jamais vão procurar materiais neste tipo de sacola. Reciclar garante a sua família um futuro melhor e sem dúvidas mais limpo.

Reciclar é  a melhor maneira de preservar o meio ambiente.

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