Fala Galvão que a camiseta do Brasil é feita de pet está na primeira página do google

Pode ser que nossa campanha por um mundo melhor dê apenas pequenos resultados, não temos ainda o potencial de mover montanhas. Mas com certeza fizemos a nossa parte. Daqui a pouco o Brasil entra em campo contra o Chile, e não sabemos se ele vai passar para a próxima fase da Copa.

Perdemos a oportunidade do Galvão abrir a boca para falar que a camiseta do Brasil é feita de pet.  Mas não perdemos a fé. Começaremos outras campanhas.

Ele não fala, mas estamos no topo do Google com a mensagem, confira: www.google.com.br

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União recolheu nos últimos cinco anos apenas 3,7% do valor das multas aplicadas

Lúcio Vaz

Os órgãos federais de regulação e fiscalização aplicam bilhões de reais em multas, mas pouco arrecadam. As agências reguladoras, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), o Tribunal de Contas da União (TCU), o Banco Central e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aplicaram R$ 25,8 bilhões em multas nos últimos cinco anos, mas arrecadaram apenas R$ 946 milhões, o que corresponde a 3,7% do total. O órgão que aplicou o maior volume de multas, o IBAMA (R$ 14,6 bilhões), alcançou o mais baixo percentual de arrecadação 0,6% do total, ou R$ 84 milhões.

O desempenho dos órgãos de fiscalização foi analisado pelo TCU dentro da prestação de contas do governo federal relativas a 2009. As maiores partes das multas aplicadas pelo IBAMA resultam de desmatamento na Amazônia. A baixa arrecadação é conseqüência da demora no andamento dos processos, que se arrastam por até nove anos. O resultado é um passivo de R$ 10 bilhões — o equivalente a 10 orçamentos anuais da autarquia. Os números apresentados pelo IBAMA ao Correio diferem dos dados do TCU, mas ainda sim são baixos. A arrecadação teria alcançado R$ 54 milhões no ano passado, enquanto a auditoria aponta apenas R$ 4,2 milhões até outubro. Mas as multas aplicadas em 2009 somaram R$ 2,5 bilhões.

A reportagem teve acesso à relação de autos de infração do IBAMA lavrados entre janeiro e abril deste ano — nenhum deles quitado até o momento. As multas mais caras foram aplicadas a carvoarias do Pará: Arca da Aliança Carvão Vegetal, Aguiar Carvoaria, Carvoaria Grota Preta e J.C. Varão de Carvão Vegetal. Cada uma deve R$ 50 milhões à União.

Casa de ferreiro…

O TCU não fez o dever de casa. Está entre os órgãos com piores desempenhos na arrecadação. Aplicou R$ 127 milhões em multas e conseguiu recuperar somente R$ 5,8 milhões, ou 4,6% do total. O Banco Central obteve resultados ainda mais negativos. Do total de R$ 6,5 bilhões de multas aplicadas, arrecadou apenas R$ 84 milhões, ou 1,3% do total. O BC fiscaliza as instituições financeiras e empresas de auditoria e acompanha o mercado de câmbio e os estoques e fluxos de capital com o exterior. As multas que aplicou somaram R$ 4,9 bilhões em 2005, mas houve uma queda acentuada nas autuações a partir de 2006, mantendo-se uma média de R$ 378 milhões até o ano passado.

O melhor desempenho foi da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com 82,6% de recuperação. Aplicou R$ 218 milhões em multas a arrecadou R$ 180 milhões. A Agência Nacional de Energia Elétrica arrecadou um pouco mais: R$ 193 milhões. Mas isso representa apenas 26% do total de multas aplicadas: R$ 743 milhões.

As arrecadações mais modestas pertencem à Agência Nacional de Águas (ANA), com R$ 137 mil e à Agência Nacional do Cinema (Ancine), com R$ 48 mil. Mas, enquanto a ANA obteve boa recuperação, de 75%, a Ancine viu entrar em seus cofres apenas 0,9% dos valores autuados.


Execução mais ágil

O presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Ubiratan Aguiar, faz um alerta: “Há pontos a serem atacados para que a administração pública possa ser mais ágil. O TCU procura todos os meios para dar celeridade à recuperação dos débitos. Para tanto, mantém estreito relacionamento com a Advocacia-Geral da União (AGU), órgão responsável pela execução judicial das dívidas”.

Aguiar apresenta sugestões para aprimorar a cobrança das multas impostas pelo tribunal. “No caso do TCU, entendo que a melhor solução é conferir ao tribunal a autoexecutoriedade de suas decisões. Dessa forma, assim que proferida a decisão, o tribunal poderia iniciar o procedimento para a recuperação. Para isso, há proposta de emenda constitucional do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), que tramita a cinco anos no Congresso Nacional.”

O Banco Central afirma que a queda acentuada nas autuações a partir de 2006 se deve às mudanças promovidas na legislação, que alteraram a forma de cálculo das multas sobre operações de importação. Essas multas são aplicadas em caso de não pagamento de importação nos prazos determinados. Com as alterações promovidas, a sanção passou a ser de 0,5% do valor da importação em atraso, o que resultou na redução do valor das autuações.

Reestruturação

A baixa arrecadação das multas aplicadas pelo IBAMA foi revelada pelo Correio em reportagem publicada em 4 de dezembro do ano passado. O instituto informou que o passivo era de R$ 10 bilhões, mas havia uma evolução na recuperação dos recursos. Teria passado de R$ 3,2 milhões em 2002, último ano do governo Fernando Henrique Cardoso, a R$ 50 milhões no ano passado.

A então presidente-substituta do IBAMA, Sandra Klosovski, informou que estava ocorrendo uma reestruturação no órgão para “solucionar esse passivo e dar celeridade daqui para frente aos processos que entram. Nós tínhamos superintendências com 11 mil processos, cinco mil processos. Havia um desvio de procuradores para trabalho em área técnica. Eles deixavam de fazer o trabalho jurídico”.

A procuradora-geral do IBAMA, Andrea Vulcanis, afirmou que o decreto anterior não respondia a uma série de questões de caráter ambiental, especialmente quanto à apuração das infrações. “Nós tínhamos quatro instâncias recursais. Esses processos estavam demorando oito, nove anos para ser julgados. Depois, ainda iam à Justiça. Era um processo lento, ineficaz. Na verdade, as pessoas só pagavam as multas quando precisavam conseguir alguma licença. Era quase que um pagamento voluntário.”

Mas a procuradora não escondeu as dificuldades: “A arrecadação aumentou muito, mas ainda fica muito longe do que é lavrado pela área de fiscalização, ou seja, você apura muita infração e muito pouca gente paga. A gente agora vai ter que esperar pelo menos um ano da entrada em vigor da nova instrução para saber se houve ganho nesse tempo”. (LV)

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Angélica ex BBB10, adere a Campanha: Fala Galvão que a camiseta do Brasil é feita de pet.

Depois da nossa postagem no blog com a campanha pelo meio ambiente: “Fala Galvão que a camiseta do Brasil é feita de pet” muita gente entrou na campanha, os amigos dos amigos encheram os MSN com a frase e muitos usaram o twitter para tentar fazer o movimento crescer e alcançar exatamente o propósito: criar a informação.

Será que o Galvão vai falar no jogo de amanhã?

Podemos usar essa mobilização nacional em prol da seleção brasileira para falarmos de meio ambiente. E nada melhor que saber que existem camisetas ecologicamente corretas e que tiram duas garrafas de dois litros do meio ambiente.

Quer ajudar? Faça com a Angélica ex BBB 10, que aderiu a campanha:

FALA GALVAÃO QUE A CAMISETA DO BRASIL É FEITA DE PET…

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Fala Galvaãoo que a camiseta do Brasil é feita de pet .

Fala Galvaãoo que a camiseta do Brasil é feita de pet.

Estamos em São Paulo, e do trabalho para a casa, temos que enfrentar várias grandes avenidas. Salim Farah Maluf, Radial Leste e Avenida São Miguel.  No primeiro jogo do Brasil Sampa parou, teve o maior congestionamento do ano, e no caminho víamos pessoas correndo nos metrôs, correndo para pegar ônibus, e um desespero para chegar em casa antes de o hino nacional tocar.

Começou o jogo e em seguida vimos tomar conta da internet o movimento “Cala a boca Galvão” pessoas do mundo inteiro, confundindo o movimento com uma campanha de preservação de um pássaro, outras rindo, muitos comentando no twitter.

Resolvemos criar o movimento “Fala Galvaãoo que a camiseta do Brasil é feita de pet” já que em nenhum momento foi mencionado o fato do Brasil e mais 8 seleções estarem usando no mundial camisetas ecologicamente corretas.

Temos os maiores índices de audiência mundial e um dado importante não é falado em rede mundial. Poderíamos mostrar ao mundo que estamos mudando pouco a pouco o nosso foco ambiental.  Estamos exportando tecnologia para o mundo todo e de certa forma acabando com as PETS.

Sabemos da importância da informação, portanto Fala Galvaãoo que a camiseta do Brasil é feita de pet.

Você pode fazer a diferença no mundo e contribuir para que ele seja melhor.

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Camiseta Ecológica fazendo história no século XXI

De repente bateu uma curiosidade para saber há quanto tempo as camisetas foram criadas, afinal sabemos que ela é uma peça fundamental em nossas vidas. Independente das variáveis ( baby look, regata masculina e feminina, machão e própria camiseta) quase todos os mortais usam essa criação divina.

Ir para a Faculdade? Uma camiseta de um pensador famoso

Ir para a academia ? Uma camiseta para malhar

Ir para balada? Uma regatinha com jeans

Nós usamos, e nem nos damos conta .  Pesquisando na net através do site http://revistacrescer.globo.com  consegui achar a história das camisetas, vale a pena dar uma olhadinha :

  1. Antigüidade – Os romanos usavam uma túnica dupla, chamada camisia, que é a ancestral das nossas camisetas. Era sempre branca, feita quase sempre de linho. Era usada por baixo da única para proteger da transpiração.
  2. Século 4 - A camisia continuava a ser usada por baixo das peças em Constantinopla. Os tecidos das peças superiores eram muito ricos, bordados com ouro, prata e pedras preciosas, e por isso não dava para lavá-los. A camisia era usada por baixo dessas peças nobres para evitar que sujassem.
  3. 1516 - O italiano Michelangelo termina a estátua O Escravo Moribundo, que retrata um homem vestido apenas com uma peça de roupa, bem diferente das usadas na época: uma camiseta regata. Apesar da ousadia, a moda não pegou.
  4. Século 19 - As roupas das crianças começam a ficar mais infantis, em vez de serem reproduções das dos adultos em miniatura. A camisia era a única vestimenta até os 5 ou 6 anos. Era usada também para batizar as crianças.
  5. Até início do século 20 - A camiseta, ainda restrita à Europa, é usada como roupa de baixo, para proteger os homens da transpiração e do frio. Para não rasgar as camisas, os trabalhadores braçais usam só a camiseta para trabalhar.
  6. 1ª Guerra Mundial - Soldados europeus usam, por baixo dos uniformes, confortáveis camisetas feitas de algodão. Os americanos, morrendo de calor em seus uniformes de lã, adoram a novidade e a levam para os Estados Unidos. O design em formato de T leva a peça a ficar conhecida como T-shirt, em inglês.
  7. 2ª Guerra Mundial - A camiseta é peça-chave no uniforme da Marinha e do Exército Americano. Ainda é considerada roupa de baixo, mas o público acostuma-se a ver nas revistas fotos dos soldados com camiseta, sem camisa por cima, ao fazerem trabalhos pesados ou em lugares quentes.
  8. 1948 - Candidato à presidência dos Estados Unidos, Thomas E. Dewey faz uma das primeiras camisetas de propaganda da história, com os dizeres “Dew it for Dewey”.
  9. 1951 - Marlon Brando aparece de camiseta no filme Um Bonde Chamado Desejo. A peça é o destaque perfeito para os músculos do ator. A partir dessa época, a camiseta sem camisa por cima passa a fazer parte da indumentária das pessoas também na vida civil.
  10. 1955 - Na trilha aberta por Brando, James Dean aparece de camiseta em Juventude Transviada. Camiseta vira sinônimo de rebeldia e contestação. As crianças continuam usando a camiseta por baixo da roupa, pois não era considerado adequado ficarem em mangas de camisa.
  11. Anos 60 - Na esteira do movimentos anti-guerra e a favor da liberdade, a camiseta veste as cores psicodélicas dos hippies e passa a trazer mensagens pacifistas, na linha de “Faça Amor, Não Faça Guerra”. Nessa época, as mulheres também passam a usar a peça, que se torna unissex.
  12. Anos 70 - As camisetas são usadas tanto como meio de expressão dos anseios da juventude quanto como suporte para propaganda, carregando símbolos de marcas de refrigerante.
  13. Anos 80 - Na década dos yuppies, jovens ligados ao consumismo e ao individualismo, a moda passa a ser ostentação de dinheiro e poder, e a camiseta começa a trazer bem grande as marcas das grifes.
  14. Anos 90 - A falta de ideologia dos jovens da década aparece nas roupas largas e largadas dos grunges. A camiseta é usada por qualquer segmento da sociedade, sem comprometimento com causas, ideologias ou faixa etária.
  15. Anos 2000 - Não existem regras. A customização é a palavra de ordem. A camiseta continua democrática e servindo a todos os gostos, desde as campanhas políticas à estampa de filmes e grupos musicais preferidos. As grandes marcas começam a investir mais nas linhas infantis, e cada vez mais peças voltadas a esse público são produzidas.

E em 2010 temos as camisetas ecológicas, que além de terem qualidade superior as camisetas de algodão, tiram duas garrafas de dois litros do meio ambiente.
Você que usa está contribuindo para um mundo melhor e escrevendo a nova história.
Aproveite as promoções em nosso site www.camisetafeitadepet.com.br

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Lei americana impede trabalho de voluntários na limpeza de vazamento de óleo

O trabalho de limpeza e remoção do óleo no golfo do México é realizado e autorizado somente por pessoas contratadas pela própria BP (British Petroleum), responsável pela plataforma “Deepwater Horizon”, causadora do acidente no fim de abril. Segundo Leonardo Viana, integrante da ONG norte-americana Ocean Conservancy, o trabalho voluntário não é permitido pela lei americana em casos de derramamento de óleo.

“Embora muitos voluntários queiram ajudar, isso não é permitido pela lei. A responsável pelo desastre (BP) é quem contrata, treina e paga pessoas para fazerem esse trabalho”, afirmou. Segundo Viana, a única forma das ONGs e de voluntários participarem do processo de limpeza é na realização de um trabalho “pré-chegada do óleo nas praias”.

“Nós recrutamos voluntários e limpamos o lixo das praias que ainda podem ser atingidas pelo óleo. Com a remoção de plásticos, garrafas pet e outros tipos de objetos, nós evitamos que os materiais se tornem lixo tóxico com a chegada do óleo, o que complicaria ainda mais o processo de limpeza da região afetada”, disse.

Viana explica que em casos de desastres ambientais como o do golfo do México, os primeiros contratados para o trabalho de limpeza são as pessoas mais afetadas pelo acidente, como pescadores e desempregados, moradores da região atingida.

Segundo a “Times”, a BP contratou cerca de 4.000 pessoas nos quatro Estados do golfo do México afetados para realizar a limpeza.

O acidente com a plataforma da “Deepwater Horizon” é o pior vazamento de petróleo na história dos EUA, superando o acidente de 1989 com o navio Exxon Valdez no Alasca. Os milhões de litros de óleo já derramados estão causando graves prejuízos ambientais e econômicos.

Na quinta-feira (10) a petrolífera afirmou que seu sistema de contenção do vazamento de óleo coletou 15,8 mil barris. “A operação [de captura] está estabilizada”, informou a empresa. Cientistas do governo estimam que esteja vazando entre 12 mil e 25 mil barris diários.

O navio-tanque da BP, que está recebendo o óleo por um tubo conectado ao poço, pode processar até 18 mil barris por dia. A empresa também está preparando uma outra plataforma para queimar de 5.000 a 10 mil barris diários.

Ainda não se sabe ao certo a tamanho do desastre, já que os números são estimativas e o governo norte-americano ainda não conseguiu oferecer melhores previsões.

O vazamento ocorre a uma profundidade de 1.500 metros no leito do golfo do México. O sistema de contenção está captando grande parte, mas não todo o óleo que vaza.

*Com agências internacionais

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Empresas de São Bernardo aderem à causa ambiental

A construtora MBigucci  é uma das nove empresas do ramo, no Brasil, a conquistar a certificação ISO 14001, referente à Gestão Ambiental. A empresa esse ano optou por usar as nossas camisetas ecológicas  que podem ser vistas no site www.camisetafeitadepet.com.br no evento.

Segue a matéria em integra extraída da fonte http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=8&id_noticia=330124

SÃO BERNARDO DO CAMPO – Tem sido cada vez mais comum empresas aderirem à Semana do Meio Ambiente, conscientizando colaboradores e clientes. É este o caso da construtora MBigucci, que realiza a Semana do Meio Ambiente até amanhã, envolvendo todos os colaboradores da empresa (escritório e obras). A iniciativa vem somar ao Programa de Sustentabilidade Ambiental Big Vida, que a empresa desenvolve há mais de seis anos. O programa impõe, nas obras e escritórios, o uso de sistemas e equipamentos sustentáveis, aliados a atitudes responsáveis em favor da preservação do meio ambiente e das futuras gerações.

Durante a Semana do Meio Ambiente MBigucci, os colaboradores estão participando de atividades interativas, informativas e de conscientização. Foram colocadas nos escritórios Árvores da Felicidade, com vales-brindes ecológicos (camisetas feitas em fio de PET, porta-trecos em madeira reflorestada, ecobags, entre outros) para sorteio entre os colaboradores. Também estão programadas esquetes teatrais, com atores que percorrerão as obras e escritórios, levando mensagens de preservação. Todos os colaboradores receberão ainda receita e farão a degustação de um doce feito com reaproveitamento de alimento (casca de mexirica). Diariamente estão sendo enviadas mensagens informativas sobre o que a MBigucci já faz para preservar o meio ambiente e o que mais pode ser feito em casa e no ambiente de trabalho.

A construtora, que tem sede em São Bernardo do Campo e é a maior do ABC Paulista, é uma das nove empresas do ramo, no Brasil, a conquistar a certificação ISO 14001, referente à Gestão Ambiental.

Reconhecimento

Na última segunda-feira, a MBigucci recebeu da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) um diploma de participação na 16ª edição do Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental. A empresa apresentou à Fiesp o case “Ed. Phoenix – uma construção que preserva o meio ambiente”. O trabalho expõe o conjunto de ações de sustentabilidade ambiental implementadas durante a construção do edifício, localizado na Vila Palmares, em Santo André-SP.

Na cerimônia de entrega, Nelson Pereira dos Reis, diretor de Meio Ambiente da Fiesp, ressaltou: “Trata-se de uma premiação de mérito, de um reconhecimento pelo esforço daqueles que sabem que o meio ambiente não é uma entidade isolada, intangível, mas expressão de tudo o que define a nossa relação com o mundo que nos cerca”.

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Os três R’s (erres) do consumo consciente

Texto extraido do link: http://www.sermelhor.com/artigo.php?artigo=71&secao=ecologia

Reduzir, reutilizar e reciclar. Os três R’s que podem fazer uma enorme diferença para o bolso e para o meio ambiente. O problema é escapar do lugar comum da maneira “moderna” de se viver.
Coisas muito simples podem ser feitas para diminuir o impacto ao meio ambiente proveniente de nossas ações, mas simples não quer dizer que seja fácil de se fazer. O fato é que para isto é necessário conscientização e vontade.

Os especialistas, corporações e governos já tem informações de que estamos utilizando muito mais recursos que a terra pode repor. Além disto uma grande parte do que compramos são coisas inúteis, adquiridas muitas vezes por impulso ou pela propaganda/moda e que irão parar no lixo rapidamente.

Se você ouvir a opinião de economistas, uma boa parte lhe dirá que o consumo é maravilhoso pois traz a aceleração e expansão da economia, o que é bom para o país. Porém percebo que as análises econômicas não estão levando em conta por quanto tempo uma expansão desenfreada do consumo se sustentará e quais serão os malefícios no final das contas enquanto mantivermos os mesmos métodos produtivos.

É ai que entram os três R’s do consumo consciente. Talvez alguns já tenham ouvido falar deles mas vamos aqui relembrar para os esquecidos e fazer conhecer aos que ainda não conhecem.

Os três R’s são: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Parece fácil, não é !? Porém não é tão fácil assim. A primeira dificuldade surge logo no primeiro R; Reduzir.

Reduzir

Reduzir significa avaliar tudo que consumimos atualmente, avaliar o que é importante e o que é absolutamente supérfluo e procurar reduzir estes últimos, além de verificar a qualidade do que se compra e se sua quantidade é suficiente ou exagerada. Um exemplo muito bom são certos chocolates finos. Se você for a uma loja verá que eles são caríssimos mas perceba a quantidade de material para a embalagem eles utilizam! Uma embalagem bonita pode fazer o chocolate valorizar 30% ou 40%, sendo que seu gosto não será alterado em nada. Toda esta embalagem acaba indo parar no lixo.

Outro exemplo muito bom são os celulares. Trocar um celular que funciona perfeitamente todo ano apenas porque um novo modelo surgiu no mercado com uma nova função X ou Y que você provavelmente nunca usará ou com um visual diferente me parece tão absurdo quanto a quantidade de lixo eletrônico que a cada ano surge, lixo este composto por baterias e materiais que liberam componentes altamente tóxicos no ambiente, além da exploração de jazidas, que no caso de muitos componentes já estão se esgotando. Estima-se que a cada ano, só em São Paulo, são 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico e a maior parte deste lixo é lançado sem nenhum tipo de critério na natureza.

A quantidade do que se compra também é importante. Não adianta lotar a geladeira de compras, ou por medo de que falte ou por causa da promoção, pois geralmente uma boa parte se estraga e vai para o lixo. Compre em quantidades que você saiba que conseguirá consumir e não faltará nem sobrará. A qualidade dos produtos também é importante pois muitas vezes comprar aquele produto em oferta mas de “origem duvidosa” resulta em desastre, ou porque ele não dura muito ou porque é tão ruim que você se vê obrigado a joga-lo fora!

Falar então em reduzir significa rever o que é importante para o nosso consumo, sua quantidade e o que é muitas vezes apenas uma maneira de nos impor na sociedade como status. Reduzir será uma das tarefas mais difíceis dos três R’s.

Reutilizar

Lembra daqueles copos de requeijão que acabavam fazendo parte dos utensílios domésticos? Este é um exemplo clássico da reutilização. Reutilizar significa dar um novo uso para as coisas, evitando que estas virem lixo. Reutilizar os potes de margarida como recipientes para congelar alimentos, utilizar canecas rachadas como míni vasos, fazer sacolas utilizando garrafas PET, aproveitar os dois lados das folhas de papel são algumas idéias da reutilização de materiais. Mas quem pensa que reutilizar coisas é algo “démodé” ou brega está redondamente enganado. Vários ateliês já utilizam o conceito de reutilização para desenvolver novas peças, tanto decorativas quanto utilitárias. Se você der uma volta na Vila Madalena, por exemplo, vai encontrar vários ateliês que trabalham com este tipo de material. Uma idéia que também pode render uma graninha extra e ainda evitar mais produção de lixo.

Mas a reutilização não é exclusiva dos materiais e embalagens. A água é outro elemento que deve ser reutilizado. A água que sobra da lavagem das roupas, por exemplo, pode ser utilizada para lavar o quintal, a água da lavagem dos vegetais pode ser reaproveitada para regar o jardim ou os vasos de plantas e a coleta da água da chuva também pode ser usada para lavar o carro, quintal e regar as plantas. Apenas lembre-se de tampar bem os recipientes à fim de evitar criadouros para o mosquito da dengue.

Ainda falando sobre a água, a Sabesp, que em São Paulo distribui e trara a água, possui estações que convertem o esgoto em água chamada de reuso, ou seja, é uma água que ainda não pode ser consumida mas que tem quase que toda a sujeira retirada e serve para inúmeros usos comerciais e industriais. Apesar de mais barata que a água tratada, da água de reuso fornecida pela Sabesp apenas 5% é consumida por indústrias e comércio.

O reaproveitamento dos alimentos pode se dar pela utilização das sobras para se fazer adubo orgânico ou mesmo utilizar partes que antes eram jogaras fora, como as cascas de batata, banana, talos de legumes e etc. em receitas inusitadas e diferenciadas. Este link do “Banco de Alimentos” traz muitas idéias interessantes para o reaproveitamento de alimentos ( http://www.bancodealimentos.org.br/por/receitas/index.htm ).

Reciclar

Finalmente chegamos ao último dos R’s, mas nem por isto o menos importante. Reciclar todo mundo já sabe o que é, e aliás, aqui no site existem textos que falam mais detalhadamente sobre isto. Reciclar é a solução para aquilo que não pode ser reutilizado e mesmo dependendo do tipo de material a reciclarem ainda não é a solução.

Mas reciclar envolve uma rede um pouco maios, pois para isto precisamos primeiro de postos de coleta que destinem corretamente o material, depois precisamos da conscientização das pessoas para recolherem separarem e levarem até os postos o lixo que pode ser reciclável.

Conclusão

Em resumo os três R’s são um conceito muito importante, tanto para termos em mente quanto para exercitarmos. Eles não estão nesta ordem à toa. A idéia é reduzir ao máximo a produção de lixo para evitar, além da degradação do ambiente pela extração dos materiais, evitar a degradação também pelo depósito do lixo gerado. Para isto devemos atacar as duas pontas da cadeia, a produção (envolve comprar menos e melhor) e a destinação (envolve transformar o lixo em novas coisas). Reduzir, Reutilizar e Reciclar, apesar de ainda hoje serem atitudes voluntárias de algumas pessoas, já dão mostras de serem as atitudes inevitáveis a se seguir no futuro. A escassez de material para se produzir, a poluição do ar e da água, a falta de energia e outros fatores nos estão levando a um caminho que a muito já havíamos esquecido, o de que tudo um dia acaba, por maior que seja sua quantidade.

Referência:
IDG NOW
Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo
www.climaeconsumo.org.br

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Camiseta Ecológica: Na natureza nada se mata além do tempo, o mais novo lançamento da camiseta feita de pet

Seguindo a nossa coleção Bichos, lançamos a camiseta ecológica “Na natureza nada se mata além do tempo”.

Mesmo procurando em vários portais educacionais infelizmente não achamos de quem é a autoria da frase.

Lançamos a cor natural que é a malha pet sem qualquer tingimento

Essa camiseta foi feita para você que pratica a preservação ambiental.

Dá uma passada em nossa loja e confira: www.camisetafeitadepet.com.br

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Parada Gay de SP 2010 a organização usa camiseta feita de Pet

Aconteceu ontem em SP a maior Parada Gay do mundo, esse ano o tema abordado foi Vote contra a Homofobia, defenda a cidadania.

Pelas estimativas colocadas hoje nas mais diversas mídias mais de 3 milhões de pessoas passaram pelo evento.  Uma ótima lição de cidadania para o mundo.  Foi a primeira parada em que o tema Ecologicamente correto foi abordado.

E como não poderia deixar de ser, a camiseta feita de pet estava presente no evento. Esse ano as camisetas foram feitas por nossa empresa e de quebra ficaram lindas.  Nós da camiseta feita de pet apoiamos a diversidade e sabemos que estamos contribuindo para um mundo mais justo, ético, transparente e sem preconceito.

Colocaremos algumas fotinhos depois, assim que a galera nos mandar.

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